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terça-feira, 12 de abril de 2011

Cinco pedras lisas

Oi gente!


Meditem nessa breve palavra que li e foi edificante...

Tomou o seu cajado na mão, escolheu para si cinco pedras lisas do ribeiro, e as pôs no alforje de pastor que trazia… e, lançando mão da sua funda, foi-se chegando ao filisteu. (1Sm 17.40.)


Todos conhecem a heróica luta travada entre o pequeno pastor de ovelhas, Davi, e o gigante filisteu, Golias. O grandalhão fora formado pela “Academia Militar de Gate”. Era forte, ágil, treinado para guerrear, e estava vestido de uma armadura impenetrável para o combate. Entretanto o pequeno Davi não conseguia nem mesmo andar com a armadura do rei Saul. Não estava trajado para a guerra. Não possuía espada ou lança. O que teria levado Davi a enfrentar esse duelo mortal? Ele já havia experimentado vitórias incríveis em lutas com animais ferozes, chegando a matar um urso e um leão. Agora seria a vez de matar, com a força do Senhor, um gigante. Esta era a sua arma: o nome do Senhor.


Ele toma, então, cinco pedras lisas do ribeiro e as põe no alforje. A escolha das pedras era decisiva. Tinha de ser pedras lisas, que não mudariam o rumo da trajetória aplicada. Essas pedras simbolizam a causa da nossa vitória no mundo espiritual. Nós somos considerados “pedras vivas”, sem “pontas” ou asperezas. Assim deve ser o nosso viver. A primeira pedra atirada logo encontrou seu alvo: a testa do gigante, que veio ao chão.

Você jamais deve temer o inimigo pela sua aparência ou poder de intimidação. Sua fé deve sempre estar colocada em Jesus. Ele já derrotou todos os nossos inimigos. Agora é somente ter uma vida “lisa”, sem “brechas”, e, certamente, os “gigantes” cairão ao chão. Se você tem sofrido derrotas, olhe como está seu coração. Está “limpo”? Caso contrário, deixe-o por um pouco no “ribeiro das águas vivas”, sendo “rolado” no contato com a Palavra. As arestas serão alisadas pelo arrependimento, pelo perdão, e assim a vitória será certa. Amém?


Nos momentos mais difíceis, quando ruge o furacão,
Quando cai torrente forte e, sem norte, eu fico sem direção.
Então clamo, rogo, me ajoelho para pedir: “Salva-me, oh Senhor,
Sustenta-me em teu temor!”
E tu me respondes. E não te escondes,
Mas estendes para mim o teu olhar e me vens salvar.

PAI CELESTIAL, SEI QUE ESTÁS SEMPRE COMIGO, POR ISSO NÃO TEMEREI
O INIMIGO NO DIA DA BATALHA. TEU NOME É A MINHA PROTEÇÃO. AMÉM.

Por Ângela Valadão Cintra


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