Seja bem vindo!

●๋•__ Grandes realizações tiveram início com apenas um sonho e era que um dia este sonho se tornaria realidade. Então, vá em frente e acredite! Ouse sonhar!__ °.•

segunda-feira, 24 de dezembro de 2012

Quando Esperar e Caminhar?


Oi gente!
Bom, foram muitas surpresas ao longo desse ano de 2012 e postarei hoje algo de extrema importância, pois, quem nunca esteve ansioso por um FUTURO cheio de desafios?
Pois bem, espero que Deus lhe abençoe e que você faça sempre a escolha certa, que é, escolher a VONTADE de Deus para a sua vida.
Veja...
E não sede conformados com este mundo, mas sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus.
Romanos 12:2
Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo;
Filipenses 1:6
Frisando apenas para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus, pois, é isso que está preparado para a vida daquele que espera em Deus. 

Bom, mas não quero me ater somente a isso, mas sim, a tudo o que envolve a nossa vida diante da Presença de Deus!
Vamos lá!!!
O versículo que utilizarei será: "Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo..."
Filipenses 1:6

Quando Esperar e Caminhar?

Como jovem que sou não é fácil fingir que deixamos de pensar no nosso próprio futuro.
Namorar, casar-se, constituir uma família!
Precisamos antes de tudo pararmos e pensarmos!
Será que estou preparado?
Será que já estou com maturidade suficiente para isso?
Digo ainda mais que será que minha vida diante de Deus está aonde ELE quer que esteja?

Tantas dúvidas, vários questionamentos e nenhuma resposta.
Dá até vontade de dizer: oh e agora, quem poderá me ajudar? 
....kkkkk 
Calma e não se desespere, pois, o nosso tempo como você já deve estar careca de saber não é o tempo de Deus. Pois, pensamos que na hora em que queremos e no momento em que decidimos ser é a melhor opção, mas, não é mesmo!
Quando apressamos o tempo de Deus para nós acabamos ‘enfiando os pés pelas mãos!’
O que precisamos fazer é entregar TUDO ao SENHOR e descansar e esperar nELE!
E preste atenção numa seguinte coisa.
Quando entendemos que somos como Vasos de barro nas Mãos do Oleiro passamos a entender de forma diferente, pois, certos de que ELE, o OLEIRO JESUS, nunca erra, nunca falha, nunca chega atrasado em nada que em seu coração esteja planejado e certos também de que ELE é o SOBERANO de todas as coisas. Aleluia!

ESPERAR não parece soar muito bem aos nossos corações, já que, causa certo desconforto por sermos PESSOAS dotadas de erros e falhas, pois, agimos na maioria das vezes por impulsos do momento.
Sintomas da ESPERA - A espera causa angústias, desconforto, ansiedade, tristeza, dor, entre outros sentimentos e reações.
O que precisamos entender é uma seguinte coisa é que Servimos ao DEUS DAS CAUSAS IMPOSSÍVEIS. Glórias a DEUS!!!

Por tanto, não precisamos nos desesperar e nem nos afligirmos, pois, quando entregamos a DEUS no Nome que está sobre todo nome, ou seja, JESUS CRISTO, podemos sim ter a plena certeza de que o TODO-PODEROSO trabalhando está ao nosso favor.
Já em contrapartida, precisamos também estar ligados em um seguinte detalhe.
Esperando o tempo certo DEUS faz com que as coisas caminhem...

“E sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus, daqueles que são chamados segundo o seu propósito.”
Romanos 8:28

Por isso, precisamos confiar em DEUS com a plena certeza de que ELE está no controle de todas as coisas em nossas vidas, daí então, veremos o agir e mover de Deus em nosso favor!
Após esse ESPERAR em DEUS o CAMINHAR da usa vida será debaixo da bênção do SENHOR.

Calma e não se revolte, mas, tão somente confia no SENHOR que ELE concederá os desejos do teu coração!
Por Marcelo Gomes dos Santos

by:mangasafra

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

Lâmpada para os meus pés é a Tua palavra, e luz para os meus caminhos” (Sal.119:105).


Oi gente!
Nunca deixe que as coisas do mundo lhe seduza...

daniel01Daniel tinha um sólido propósito na corte babilônica: “Resolveu Daniel firmemente não contaminar-se….” Prefiro ver esta decisão ligado a tudo o que Babilônia oferecia, e não apenas à questão da comida. De fato, as pressões babilônicas visavam a mente (o aprendizado da cultura dos caldeus, v. 4), o corpo (a alimentação, v. 5), e o espírito (a colocação, nos exilados, de nomes evocativos dos deuses babilônicos, v. 7). Daniel tinha 18 anos ao ser levado cativo. Seus amigos deveriam ter idade aproximada. Aqui estão quatro jovens dispostos a cumprir a vontade divina a qualquer preço. Entraram, por força das circunstâncias, em Babilônia, mas jamais permitiram que Babilônia entrasse neles. Estavam em Babilônia, mas não eram de Babilônia.

Que exemplo! O propósito de não se contaminar, todavia, foi tomado em vista de algo prático, de interesse pessoal, crucial, pois se relacionava com a preservação da própria vida: a alimentação. Nas entrelinhas, subentende-se que os quatro hebreus estavam dispostos a ter suas vidas sacrificadas, a desonrar a Deus. A lição relaciona as razões porque recusaram comer as iguarias do rei, bem como por qual categoria de alimento optaram: justamente o que compunha o cardápio original de Deus ao homem (Gên 1:29). Aí se concentra um dos segredos da autêntica preservação da vida: ater-se às orientações divinas. E como Deus é a fonte da preservação, semelhança com Jesus é garantia de vida eterna. Como a lição observa, “a decisão de Daniel com respeito ao alimento do rei mostrou que ele entendia a relação entre a saúde e santificação.” Esta relação permanece com toda a sua força em nossos dias. “O Espírito de Deus não pode vir em nosso auxílio, e assistir-nos no aperfeiçoamento do caráter cristão enquanto estivermos sendo condescendentes para com o apetite em prejuízo da saúde…” (Health Reformer, setembro de 1871).

daniel02*Pense*

Babilônia continua ativa no mundo hoje, mas Deus nos desafia com a necessidade de transformação antes que conformação (ver Rom 12:2). Ao tempo em que o mundo diz “conforme-se!”, Deus nos ordena “transforme-se!” E a transformação, segundo o texto acima, é através da renovação da mente, pois ela é a sede da vida (Prov 4:23). Tudo começa na mente, transcorre por ela e conclui através dela. Não é verdade que o propósito tomado e cumprido por Daniel foi, antes de tudo, uma decisão mental? *Desafio*

Os desafios que eu enfrento hoje são maiores do que os que Daniel enfrentou com brilhantismo em seu tempo?

Nunca deixe de anunciar o Reino de Deus,pois no dia em que Ele julgará a todos que nEle não acreditaram,você poderá estar lá por não ter falado de dEle ás pessoas…


by:mangasafra

terça-feira, 13 de novembro de 2012

Não se misture!

Oi gente!
Olha que interessante esse texto!

Curioso é o fato de que o óleo não se mistura com a água. São duas substâncias com elementos totalmente heterogêneos. Não existe nada em comum, não há comunhão entre eles.
No momento em que você assume a sua unção, quando você toma posse do óleo que é seu por herança e assume a sua posição de cristão, você tem plena compreensão de que realmente não pertence a este mundo. Está aqui, mas não comunga com ele, não participa das mesmas ideias, não se mistura a ele.
O óleo e a água não se misturam de maneira nenhuma, não adianta insistir, são diferentes em sua essência. Ainda que colocados juntos no mesmo recipiente e sacudidos de todas as formas, jamais dará liga. Para que sejam ligados é preciso que haja inclinação natural.

Quando você está coberto com o óleo da unção, ainda que esteja em um ambiente de escarnecedores, você jamais se sentará com eles, jamais haverá intimidade, comunhão entre vocês; porque não existe uniformidade na inclinação. Um está inclinado para as coisas do mundo, e outro para as do Espírito.
Se você se envolver com as coisas do mundo, como loteria, televisão, revistas imorais, conversas inconvenientes etc., algo está errado com você.
É preciso estar atento, é preciso detectar o que há de errado; porque com certeza existe alguma coisa errada. Óleo e água não se misturam. Se você está se unindo, mesclando com o mundo, então não é óleo. Porque o Espírito Santo não se mistura com o que é estranho à sua natureza.
O apóstolo Paulo, em 2Tm 2.4 afirma: “Nenhum soldado em serviço se envolve em negócios desta vida, porque o seu objetivo é satisfazer àquele que o arregimentou.”
Nosso general é Cristo, fomos arregimentados por Ele; não podemos nos envolver com as coisas deste mundo, cujo príncipe é o diabo. Quando a unção que está em nós é maior do que o poder persuasivo de satanás, nós não nos envolvemos com o mundo, porque está escrito, que “maior é aquele que está em vós do que aquele que está no mundo” (1Jo 4.4).

by:mangasafra

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

O Fedor do Pecado

Oi gente!
PECADO fede igual a um peixe podre às narinas do SENHOR.
by:mangasafra



"Andai em amor, como Cristo também vos amou, e se entregou a si mesmo por nós, como oferta e sacrifício a Deus, em cheiro suave". Ef. 5.2

"O pecado fede". Foi assim que acabei entendendo melhor o pecado. Foi assim que acabei me afastando mais do pecado. Sim, ele ainda está lá. Ainda sou pecador, descendente de Adão, e minha natureza carnal por vezes vem à tona. Mas agora é diferente... agora posso sentir o cheiro fétido do pecado quando ele aparece. Bastou uma associação do "fazer o que Deus não quer" com a sensação de sentir entrando
pelas narinas um "cheiro putrefato e nauseabundo" que... sim, comigo funcionou e funciona ainda hoje.

Nossa vida com Deus a meu ver consiste em oferecer sacrifícios diários de cheiro suave ao Senhor. Quando pecamos, em lugar de perfume, sobe um mau cheiro aos Céus, indicando que estamos naquele momento, de certa forma, "apodrecidos", "corrompidos", podres por dentro.

Em Gênesis nos capítulos 18 e 19 veja porque as cidades de Sodoma e Gomorra foram destruídas. Lugar de homens maus e grandes pecadores contra o Senhor. Os pecados em muito se agravaram ali a ponto do mau cheiro e fedor ser tão insuportável para Deus, que acabou por aniquilar esses povoados.

"As suas faces são como um canteiro de bálsamo, os montões de ervas aromáticas; e os seus lábios são como lírios que gotejam mirra". Ct 5.13

Como "noiva" de Jesus, nós, a igreja, precisamos aguardá-lo, adornados e perfumados para o encontro você não acha? Nada como receber a visita do Senhor e recebermos sua aprovação... imaginar Deus "sentindo" em nós um "cheiro suave e bom", sinal de uma vida limpa e não suja. Você consegue imaginar algo mais maravilhoso do que ouvir da parte de Deus o que se segue?

[ESTE É O MEU FILHO AMADO EM QUEM ME COMPRAZO...]

"Este é o meu filho amado em que tenho prazer..." foi dito sobre Jesus. A nós (pelo menos para mim) seria de uma magnitude incrível receber esse "carinho" do Pai. "Para uns, na verdade, cheiro de morte para morte; mas para outros cheiro de vida para vida". 2Cor2. 16

Quando em nossos atos e pensamentos oferecemos a Deus um "cheiro suave" de obediência à Palavra, santidade e temor, estamos biblicamente abençoados e protegidos. Por outro lado, quando estamos pecando, "as narinas de Deus" se recusam a "cheirar-nos", então Ele se ausenta, permitindo males e maldições.

Hoje, quando peco, já me vem a mente o mau cheiro que meu ser exala nesses momentos. Ou ainda quando vejo alguém pecar na minha frente, para mim, começa a cheirar mal. Começa a feder como carne estragada, apodrecida, carne não convertida, não ressuscitada com Cristo, carne de ímpio pecador, fedor de iníquo.

Há lugares em que chego e começo a "sentir o cheiro do pecado" ali. Situações em que antecipadamente penso: "Isso está me cheirando a pecado...". Então nesses momentos o melhor a fazer é distanciar-se.


Já reparou que quando você fica por algum tempo perto de um fumante, você, sua roupa, fica fedendo a cigarro? Com os pecadores se dá o mesmo. Sua companhia ao lado dos pecadores, quando fazendo as mesmas coisas que eles, o tornará tão imundo quanto eles.


"Então Maria, tomando uma libra de bálsamo de nardo puro, de grande preço, ungiu os pés de Jesus, e os enxugou com os seus cabelos; e encheu-se a casa do cheiro do bálsamo.." João 12.3

Para agradarmos a Deus, estou convicto de que o sacrifício aceitável e aprazível a Deus vem de uma vida no altar, em jejum, oração, leitura da Palavra, louvor e adoração ao Único digno de receber toda a Glória.


Cheiro suave (Fp 4.18) e não putrefato.

Gostaria que você refletisse nesse momento da leitura qual cheiro tem se desprendido de sua vida espiritual, que vai em direção ao nosso Senhor, Dono e Juiz. Perfumado? Ou não?

Consciente de meus pecados, já sentindo um fedor insuportável a medida que me aprofundo nas transgressões, minha alma dá um grito de BASTA! E o passo seguinte é se humilhar e orar aos pés do Senhor arrependido. Ser lavado no Sangue de Jesus nos torna "mais alvos do que a neve", e então estamos prontos para voltarmos a caminhar, com o perdão e misericórdia/graça divina.

Sim, ainda que caia 10.000 vezes, 10.000 vezes levantarei, tirarei a "poeira do pecado" de meu corpo e prosseguirei. Em Cristo somos mais do que vencedores!

Derrubados pelo inimigo sim, muitas vezes, nocauteados jamais!


Se existe alguma sujeira na sua vida meu amigo, minha amiga, peça a Deus em oração que a limpe agora mesmo, mas lembre-se: você é quem deve manter-se limpo, parando de se lambuzar no lamaçal do pecado, de se revirar no chiqueiro do diabo e de comer a carniça dos demônios.

Aliás, dizem que demônios cheiram a enxofre...

"Passa sobre mim Vento do Espírito, como um Bálsamo purificador. Faz de mim, Jesus, um servo perfumado".

Graça e Paz.
Tenha um bom e cheiroso dia!

by:mangasafra

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Visão, uma direção do alto

Oi gente!
Leiam só...

Há poucos dias ouvi um pastor contar em sua mensagem uma ilustração: apanharam um camundongo e colocaram dentro de uma bacia com água. Para sobreviver, o bicho lutou durante três minutos e morreu. A mesma experiência foi feita com outro camundongo, só que agora uma lâmpada foi colocada sobre a bacia. Dessa vez, para sobreviver, o camundongo lutou durante três dias. Sabe por que esse segundo levou mais tempo para morrer? Porque havia sobre ele uma luz.

Precisamos lutar pelos nossos sonhos e, nessa luta, precisamos ter uma visão, uma direção, uma luz.
Daí me lembrei também da mensagem que ouvi do meu pastor. Ele falou sobre Josué. Aquele que substituiu Moisés e que ouviu Deus dizer: “… esforça-te e tem bom ânimo”. Josué assumiu a luta de Moisés com o povo para chegar à Terra Prometida. Ele temeu, mas Deus disse: “Eu serei contigo por onde quer que andares”.
Mais que realizar meus sonhos é realizar aquilo que Deus coloca a minha frente para alcançar. A luta poderá ser grande e no mundo teremos aflições, mas Jesus venceu o mundo.

Deus deseja que sejamos obedientes. Se atendermos à sua voz, Ele nos capacita e não nos abandona.
Se estivermos numa luta por “sobrevivência” ou para seguir em direção ao que o Senhor colocou diante de nós, olhemos para o alto e vejamos a luz que está sobre nós. Jesus é esta luz e Ele é o nosso alvo.
Mesmo sentindo-se incapaz, Josué aceitou o desafio de conduzir aquele povo. O que Deus tem te dado como missão específica? Como você tem levado isso? A visão de onde você tem que ir está claro? Qual tem sido o seu desafio? É tempo de servirmos e obedecermos ao Senhor com integridade e fidelidade. É tempo de seguirmos firmes e confiantes, pois o Senhor, nosso Deus, é quem peleja por nós.

Por Paula Terra Santos

by:mangasafra

domingo, 21 de outubro de 2012

Não julgue para não ser julgado disse Jesus!

Oi gente!

Não julgue as pessoas, você não sabe qual é a realidade delas...

Um médico entrou no hospital com pressa depois de ser chamado a uma cirurgia de emergência. Ele respondeu ao chamado, o mais rápido possível, mudou de roupas e foi diretamente para o bloco cirúrgico. Ele encontrou o pai do menino indo e vindo na sala de espera do médico. Depois de vê-lo, o pai gritou:

"Por que você tomou todo esse
tempo para vir, não sabia que a vida de meu filho está em perigo... você não tem senso de responsabilidade??"

O médico sorriu e disse: "Desculpe, eu não estava no hospital e eu vim o mais rápido que pude depois de receber a chamada... E agora, eu gostaria que você se acalma-se para que eu possa fazer o meu trabalho"

"Me acalmar? E se fosse seu filho quem estivesse nesta sala agora, você estaria calmo? Se o seu filho fosse agora o que estivesse morrendo?" Disse o pai irritado

O médico sorriu novamente e respondeu:. "Eu vou dizer o que disse Jó na Bíblia "Do pó viemos e ao pó voltaremos, bendito seja o nome de Deus" Os médicos não podem prolongar a vida. Vou interceder por seu filho, vamos fazer todo o possível pela graça de Deus "

"Dar conselhos quando não estamos em situaçao é tão fácil", murmurou o pai.

A cirurgia levou algumas horas, depois que o médico saiu feliz, "Graças a Deus! Seu filho está salvo!"

E sem esperar por uma resposta do pai, com muita pressa olha para o relógio e foge. Ao mesmo tempo que vai, ele disse: "Se você tiver alguma dúvida, pergunte a enfermeira!"

"Por que é tão arrogante? Não podia esperar mais alguns minutos para eu pedir mais informações sobre o estado do meu filho"

E a enfermeira, cheia de lágrimas pelo seu rosto:

"O filho do Dr. morreu ontem em um acidente de estrada, o médico estava no cemitério quando você chamou para realizar a cirurgia do SEU FILHO. E agora que ele salvou a vida de seu filho, ele correu para terminar o sepultamento de seu filho."

Nunca julgue ninguém, porque você nunca sabe nada sobre a vida dessa pessoa e o que está acontecendo na vida dela.

Se você ler esta mensagem compartilhe para que outras pessoas possam vê-la e refletir sobre isso.


 by:mangasafra

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Mas quando fugir e quando resistir?

Oi gente!
Transformai-vos pela renovação do vosso entendimento Rom_12:2

A Palavra de Deus nos orienta a fugir da aparência do mal (I Tessalonicenses 5:22), porém precisamos, também, "resistir ao diabo e ele fugirá de vós" (Tiago 4:7).

Mas quando fugir e quando resistir?
Aparência do mal tem a ver com tudo o que pode nos seduzir e alimentar os desejos carnais, pois nossa carne nunca se converte, mas precisamos crucificá-la a cada dia.
Uma vez nos entregando ao desejos da carne, consumamos o pecado que nos afasta do Senhor e, desta forma, o diabo ganha vantagem contra nós.

Resistir ao diabo, significa estar bem alimentado com a Palavra de Deus e seus princípios, para que, desta forma, possamos, assim como Cristo, resistir ao diabo por meio da Palavra.
Portanto, aparentou ser mal? Então fuja! Mas não deixe de se alimentar da Palavra de Deus, pois estaremos fortalecidos para resistir ao diabo.

Bom... Isso me lembra um joguinho de infância, o Pacman; onde o bonequinho foge e, enquanto foge, se alimenta o tempo todo, porém, num dado momento, ganha forças para resistir aos seus inimigos.
Se nos alimentarmos da Palavra de Deus, num dado momento, seremos fortes no Senhor para vencer a pornografia, a mentira, o orgulho, a masturbação e qualquer outro tipo de tentação, pois estaremos fortalecidos no Senhor.

by:mangasafra

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Leia se tiver coragem!

Oi gente!
O que você imagina quando lhe é dito sobre fazer Missões?

Muitos de nós que estamos dentro de nossas CONFORTÁVEIS igrejas acomodados com toda a liturgia e procedimentos rotineiros que repetem-se quase que diariamente.
Pois bem, enquanto es
tamos assim 'amarrados' a toda essa 'preguiça espiritual' VIDAS perecem por não sairmos da nossa 'zona de conforto' que já criamos até um vinculo com ela por não querermos deixá-la.

JESUS ao iniciar seu MINISTÉRIO não se importou com nada, pois, os dogmas daquela época, costumes e tantas outras tradições que impediam a salvação do ser HUMANO precisavam de um basta!
JESUS não veio anular as leis mosaicas, mas sim, testificá-las.
Os religiosos da época estavam tão acomodados com a situação deplorável em que vivam com suas corrupções que nem eles se salvavam e nem deixamvam que as pessoas também a alcançassem.

Jesus andou entre os pecadores. Sentia o cheiro deles, pois, muitos ali eram não só pecadores, mas, deficientes, doentes, leprosos e abandonados pelas ruas onde não possuiam saneamento básico.

Responda:
1° - Você consegue se imaginar no lugar deles?
2° - Será que você teria esse 'tal AMOR' que você diz ter como JESUS teve por eles?
3° - O que você me diz de estar passando na rua de banho tomado e perfumado indo para a sua CONFORTÁVEL igreja e um mendigo todo sujo e sem tomar banho ha anos e este lhe pedir um abraço?
4° - Quais seriam as nossas atitudes?

*Responda para si mesmo, pois, se dizemos AMAR da boca para fora não é AMOR, mas, uma aparente RELIGIOSIDADE...

Pare de dar ibope para TV e seja de verdade um servo de DEUS.
Pare de ficar arranjando confusão por besteira na igreja!
Pare de pensar que ministério é só cantar, dançar, pregar...
Mas, faça tudo isso na vida daqueels que estão precisando!
Pare de meninice em só querer pregar para uma cambada de crentes que não precisam de salvação!
Peça a DEUS nã opara que você seja um cantor ou pregador famoso, mas, peça a DEUS compaixão pelas vidas que se perdem todos os dias...

Dá-nos SENHOR, um coração igual ao teu!
by:mangasafra

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Oi gente!
Vocês não podem deixar de ver esse Video Tremendamente impactante!
Vejam...



by:mangasafra

domingo, 2 de setembro de 2012

O contraste da CRUZ...

Oi gente!
Quero compartilhar novamente!
O contraste da CRUZ...
 

CRUZ é Renuncia;
CRUZ é Sacrifício;
CRUZ é Morte;


CRUZ é Restauração...
CRUZ é Salvação...
CRUZ é Vida...

Percebeu?
Isto é a CRUZ de Cristo!
 by:mangasafra


 A partir da cruz de Cristo, resulta uma inversão de todos os valores. Justamente o que é inferior no mundo, o que nada é, isto Deus escolheu. Para o judeu Saulo de Tarso, a cruz tinha sido uma grande pedra de tropeço. Afinal, Cristo crucificado é “escândalo para os judeus, loucura para os gentios” (1 Co 1.23). Porém, agora, para o apóstolo Paulo a “palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus” (1 Co 1.18). Para ele, Cristo tornou-se “poder de Deus e sabedoria de Deus. Porque a loucura de Deus é mais sábia dos que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens” (1 Co 1.24-25). Na cruz de Cristo, temos a redenção. Através de sua morte, temos a conciliação objetiva entre Deus e o homem. E na comunhão com Cristo entra somente quem participa de sua morte. “Nenhum personagem histórico entendeu melhor e mais profundamente o poder da cruz que Martinho Lutero, o reformador do século XVI”, escreve Mark Shaw.1 E Alister McGrath, um teólogo de Oxford, definiu a teologia da cruz de Lutero como “uma das compreensões mais poderosas e radicais da natureza da teologia cristã que a Igreja já conheceu”
Em abril de 1518, Martinho Lutero (1483-1546), em Heidelberg, contrapôs seus “Paradoxos” teológicos como “teologia da cruz” (theologia crucis) à “teologia da glória” (theologia gloriae), isto é, à teologia eclesial dominante. Este episódio de 1518 tem sido descrito por Shaw como um “sussurro silencioso e ignorado”; constitui-se, entretanto, um grande engano passar despercebido por ele. No “Debate de Heidelberg”, travou-se a discussão da indulgência. Lutero contrastou a teologia da cruz com a teologia oficial, diante de uma igreja que se tornara segura e saciada. Como exemplo dessa realidade, para financiar o seu projeto mais extravagante, a basílica de São Pedro em Roma (incluindo a Capela Sistina), Leão X (1475-1521), eleito papa em 1513, resgatou a prática de cobrar indulgências, o que, de alguma maneira, precipitou a Reforma Protestante. Em Heidelberg, distinguindo entre o cristianismo evangélico bíblico e as corrupções medievais, Lutero entendeu que a igreja medieval seguia o caminho da glória ao invés do caminho da cruz. Para Lutero a cruz é a marca de toda a teologia. “No Cristo crucificado é que estão a verdadeira teologia e o verdadeiro conhecimento de Deus.” Conhecer a Deus pela cruz é conhecer o nosso pecado e o amor redentor de Deus. Deus, na cruz, destrói todas as nossas idéias preconcebidas da glória divina. O perigo em potencial que a teologia da cruz vê na sua antítese é que a teologia da glória levará o homem a alguma forma de justiça pelas obras, à tendência de se fazer uma barganha com Deus com base em realizações pessoais. Por outro lado, a teologia da cruz repudia firmemente as realizações do próprio homem e deixa Deus fazer tudo para efetivar e preservar a sua salvação. Na doutrina de Martinho Lutero, a graça da justificação pela fé está rigorosamente orientada pelo Cristo crucificado.

Quem reconheceria que aquele que é visivelmente humilhado, tentado, condenado e morto é, internamente e ao mesmo tempo, sobremodo enaltecido, consolado, aceito e vivificado, não fosse o Espírito ensiná-lo pela fé? E quem admitiria que aquele que é visivelmente enaltecido, honrado, fortificado e vivificado é internamente rejeitado, desprezado, enfraquecido e morto de maneira tão miserável, se a sabedoria do Espírito não lhe ensinasse isso?

Quando a “sabedoria da cruz” não é entendida, também a Escritura permanece um livro trancado, pois a cruz de Cristo é a única chave para ela. A “sabedoria” humana se escandaliza com a Palavra de Deus e se irrita com a cruz de Cristo. Isto porque a nossa sabedoria está apaixonada por si própria, é como um doente que não quer que o médico o ajude. A nossa sabedoria é “sabedoria da carne”, que resiste à vontade de Deus. A cruz é o juízo daquilo que os homens se orgulham. A cruz é o juízo de toda glória humana, e a via crucis significa, por isso, desistir de toda glória humana. A cruz de Cristo contesta violentamente o senso natural. Para Lutero, a cruz de Cristo e a cruz do cristão são vistas em conjunto; a cruz de Cristo e a cruz do cristão formam uma unidade. O teólogo da cruz não está posicionado como espectador em relação à cruz de Cristo, ma ele próprio é envolvido neste acontecimento. Por isso, ele não foge dos sofrimentos, tal qual o teólogo da glória, mas considera-os tesouro valioso. Para Lutero, o teólogo da glória “define que o tesouro de Cristo são relaxações e isenções de penas, sendo estas as piores coisas e as mais dignas de ódio. O teólogo da cruz, pelo contrário, [afirma que] o tesouro de Cristo são imposições e obrigações de penas, sendo estas as melhores coisas e as mais dignas de amor”. Assim, para a teologia da cruz o sofrimento adquire significado todo especial. Os cristãos têm que se tornar iguais a seu Mestre em tudo e, por isto, têm de assumir a ignomínia de Cristo. Cristo nos precedeu no caminho que rejeita toda grandeza humana.

A glória do cristão consiste nesta “fraqueza e baixeza”. E sua baixeza se revela no ato de levar o sofrimento. Visto que em meio à vida de Cristo está erigida a cruz, a vida do cristão é discipulado e sofrimento. Uma razão, diz Lutero, pela qual as pessoas querem uma teologia da glória em vez de uma teologia da cruz é que elas “odeiam a cruz e o sofrimento”. Mas, à luz da cruz, o sofrimento serve a um propósito importante, a saber, a autonegação. Ela nos esvazia de nossa autoconfiança, para que possamos ter confiança em Deus. Contudo, o sofrimento jamais deve tornar-se “boa obra”, e não encontra sua origem em idéias ascéticas. A cruz do cristão está em unidade com a cruz de Cristo, e com isto está excluída por si só toda a idéia de mérito da pessoa, que pudesse ser obtido pelo sofrimento. Ao carregarmos nossa cruz, não fazemos com isso nada especial, mas simplesmente demonstramos que estamos em comunhão com Cristo. E também nem todo sofrimento pode reivindicar ser discipulado da cruz. Que significa isto: carregar a cruz de Cristo? “A cruz de Cristo outra coisa não é exceto o abandonar tudo e agarrar-se somente a Cristo pela fé do coração, ou seja: abandonar tudo e crer – isso é carregar a cruz de Cristo”.6 Assim, a cruz torna-se sinal da filiação divina. O padrão da cruz se torna o padrão de toda a jornada cristã. Lutero expressa este conceito ainda mais, nas seguintes palavras: Por isso somos ensinados aqui a crer contra a esperança na esperança; esta sabedoria da cruz está hoje por demais oculta em mistério. Também para o céu não há outro caminho do que esta cruz de Cristo. Por isso é preciso precaver-se, para que a vida ativa com suas obras, e a vida contemplativa com suas especulações não nos seduzam. Ambas são extremamente atrativas e tranqüilas, e por isso também perigosas, até que sejam temperadas pela cruz e perturbadas pelas adversidades. A cruz, no entanto, é de todas as coisas a mais segura. Bem-aventurado quem entende.

Em seu clímax, a vida sob a cruz se apresenta como “conformidade com Cristo”. Assim, conforme a teologia da cruz, a vida do cristão nada mais é do que “ser crucificado com Cristo”. O batismo não está apenas no começo da vida cristã, mas no ato do batismo temos o símbolo de toda a vida cristã: um constante morrer e ressuscitar com Cristo. “Ser crucificado com Cristo” realiza-se de dois modos: no interior da pessoa pela “mortificação” e no exterior pela inimizade do mundo. Porém, o conceito luterano do morrer do velho homem precisa ser traçado com base na doutrina da justificação. A mortificação não é obra meritória. Ela não é pré-requisito para a fé que alcança a graça, mas, inversamente, pressupõe a fé. Lutero, neste sentido, não se gloria na sua cruz, mas se gloria na graça de Deus. A teologia da cruz, em Lutero, se encontra na mais aguda oposição a qualquer moralismo.

De acordo com Lutero, ser crucificado com Cristo revela-se ainda no fato de um verdadeiro cristão ter de atrair necessariamente sobre si a inimizade do mundo. A inimizade do mundo é sinal para a autenticidade do discipulado. Pois o próprio evangelho é um escândalo para o mundo. A exemplo de Cristo, vestimos a “forma de servo”; renunciamos todo orgulho, fama e honra diante do mundo e de nós mesmos, e nos deixamos envolver na ignomínia de Cristo. Tornar- nos conformes com Cristo outra coisa não significa do que experimentar o fato da cruz também em nossa vida. Somos pessoas conformes com Cristo quando a cruz não permanece apenas um fato histórico, mas quando ela está erigida em meio à nossa vida. Isto, não obstante, é fruto da graça de Deus. A cruz é, portanto, um paradoxo:

Deus rejeita os orgulhosos, mas aos humildes concede a sua graça; ele rejeita os heróis, mas derrama o seu amor justificador aos fracassados. Assim, a humildade é a virtude básica da vida sob a cruz, do mesmo modo como a soberba é o verdadeiro e o maior pecado. Somente a fé pode perceber essa realidade verdadeira e paradoxal. A fé e a humildade estão intimamente relacionadas. A fé ensina a humildade, pois a fé é “negação de nós mesmos”, total renúncia e confiar na graça de Deus. Nesta negação de todos os direitos humanos, a fé se identifica com a humildade. Ostentar a própria humildade, como numa espiritualidade monástica, não é humildade. (...) ninguém se considera humilde ou se gloria de sê-lo, a não ser o que é o mais orgulhoso. Somente Deus reconhece a humildade, e também somente ele a julga e revela, de sorte que a pessoa jamais tem menos consciência da humildade do que justamente quando é humilde.
Por isso, a busca monástica por humildade não faz nenhum sentido. O caminho da humildade não vai de fora para dentro, mas de dentro para fora. Não podemos apresentar nossa humildade (“nulidade”) como mérito diante de Deus. Humildade é a renúncia consciente a todas as qualidades humanas com as quais poderíamos argumentar. Neste sentido, a humildade tem que preceder à fé, pertence ao alicerce crítico da fé. Justificação pela fé só poderá acontecer onde houver sido posto este alicerce. Neste sentido, humildade, tal como a fé, não é uma virtude. É a renúncia de toda virtude; é saber que não podemos subsistir perante Deus com nossa virtude. “Humildade nada mais é do que o auto-reconhecimento perfeito, que encerra a fé justificante.”9 Este conceito luterano de humildade não se compara em nada ao sentido católico-sinergista.

Todo sinergismo está excluído. Por conseguinte, Lutero conta a cruz e o sofrimento entre os sinais particulares da igreja (nota ecclesiae). Faz parte da natureza da igreja encontrar-se ela no sofrimento; uma igreja da qual não se pode afirmar isso é uma igreja que se tornou infiel à sua destinação. A Igreja pode ser seduzida pela teologia da glória e se transformar em uma religião de boas obras e análises dos desempenhos dos fiéis. Lutero usou, portanto, a idéia de uma forma sofredora da igreja criticamente contra o papado e para julgamento da história da igreja. O Cristo morto e ressurreto está trabalhando em meio à fraqueza da Igreja, preparando-a para mostrar a sua força. De modo similar, o Cristo morto e ressurreto “julga a Igreja onde ela se tornou orgulhosa e triunfante, ou segura e presunçosa, e a chama para voltar ao pé da cruz, onde lembra da maneira misteriosa e secreta que Deus trabalha no mundo”. A teologia da cruz conhece a Deus no próprio lugar onde Ele se ocultou – na cruz, com os seus sofrimentos, todos eles considerados fraqueza e loucura pela teologia da glória. Deus é conhecido e compreendido não na força, mas na fraqueza, não numa demonstração impressionante de majestade e poder, mas na exibição de um amor que se dispõe a sofrer a fim de converter o homem para si: “Sendo justificados gratuitamente, por sua graça, mediante a redenção que há em Cristo Jesus, a quem Deus propôs, no seu sangue, como propiciação, mediante a fé, para manifestar a sua justiça” (Rm 3.24-25). No momento em que a proclamação eclesial deixa de ser uma pedra de tropeço para o povo, isto é sinal de que ela traiu o evangelho. No escândalo, porém, é que está o “poder do evangelho”. A adoração ou pregação que faz as pessoas sentirem-se bem consigo mesmas, ou satisfeitas com suas palavras e pensamentos arrogantes sobre Deus, é uma adoração da glória que condena nossa alma e nos separa de Deus. Quando a igreja perde sua cruz, “trocando- a pelo aplauso desta era ou a medida de sucesso deste mundo, acaba se deparando com um futuro pouco promissor”, escreve Shaw.

A cruz de Cristo continua sendo ofensiva, como foi na época em que os primeiros cristãos começaram a falar dela como o caminho de Deus para a salvação. E nossa função, como a de João Batista, é apontar para Jesus Cristo crucificado – “Olhem o cordeiro de Deus!” E hoje, nesta era antropocêntrica e narcisista, a Igreja deve prosseguir dizendo ao homem: A si mesmo se negue, e dia a dia tome a sua cruz, e siga a Cristo.

by:mangasafra