Seja bem vindo!

●๋•__ Grandes realizações tiveram início com apenas um sonho e era que um dia este sonho se tornaria realidade. Então, vá em frente e acredite! Ouse sonhar!__ °.•

terça-feira, 26 de junho de 2012

Fruto do Espírito - parte 5

Oi gente!
Esse 'gomo' que falaresmo hoje é muito interessante, vejam só!

BENIGNIDADE

Muitas pessoas ao lerem essa palavra pensam que se trata de BONDADE o sext o'gomo' que estudaremos do próximo capitulo.
Existe uma grande diferença entre benignidade e bondade, embora sejam termos bastante parecidos.
Benignidade é a disposição em ser bondoso com o próximo.
Significa excelência de caráter, pensar bem a respeito das pessoas.
Ser benigno significa também ser flexível. Deus não quer que sejamos demasiadamente exigentes (fardo pesado sobre os discípulos) e inflexíveis.
Bondade é a ação de ser bom, gentil e reto para com o próximo.
Devo pensar benignamente e agir com bondade.

Benignidade é a natureza boa.
Bondade é um ato de ser bom.

Benignidade é uma condição INTERIOR ao ser humano; evidencia uma predisposição para o Bem, e denuncia refinamento do caráter e da personalidade, e revela categoria superior.
Uma tal pessoa irá, forçosamente, agir com Bondade, já que esta é a AÇÃO correspondente àquela Virtude. Não há como ser Bom sem, antes, ter tal inclinação dentro de si, ou seja, pendor para o Bem, ou Benignidade...

A característica do Fruto do Espírito Santo denominada benignidade, significa a suavidade de caráter, a tranquilidade no espírito e a disposição de tratar com amabilidade o próximo. Ela é resultado da presença do Espírito de Deus em nosso viver, reflexo de um atributo divino (Jr 29.11), que se manifesta na conduta e no caráter dos filhos de Deus (Ef 4.1,2).
A benignidade é o desejo pelo bem, a ausência de más intenções, a busca pelo bem estar de nossos semelhantes. A manifestação deste sentimento nobre no interior de um cristão o impede de desejar o mal a alguém, ainda que este tenha cometido graves erros (I Co 13.4). É um freio diante dos sentimentos de ódio, vingança ou revanche. Não significa fraqueza ou debilidade emocional, porque o caráter benigno de um cristão o faz sentir amor pela correção e princípios estabelecidos na Palavra de Deus. A benignidade também é um caminho para o perdão (Ef 4.32), para a compreensão das necessidades alheias e um estímulo à contribuição na Igreja (At. 2.41-47; 4.32-37).
Devemos sempre ser benignos com nosso próximo, lembrando que somos fruto da benignidade divina: “Quando eu disse: O meu pé vacila; a tua benignidade, SENHOR, me susteve” (Sl 94.18).

Benignidade: Amor revelando Misericórdia

“Porque mui grande é a sua misericórdia para conosco” Salmos 117.2


De todos os atributos que representam o Fruto do Espírito, talvez seja este o que melhor conhecemos. Esta faceta do amor nos tem sido revelada de maneiras maravilhosas. E nós, por nossa vez, também temos vivido ocasiões em que pudemos manifestar benignidade para com outros.
 A benignidade acha-se invariavelmente associada à misericórdia. É impossível uma pessoa ser benigna sem ser misericordiosa. Por outro lado, ser misericordioso é o mesmo que ser benigno. Isso implica sempre em ter um profundo interesse pelos outros. E um interesse misto de compaixão e misericórdia. Somos levados a agir com benignidade porque nos interessamos por outrem. O interesse pelos outros é a essência do amor altruísta de Deus, expresso para com o nosso próximo.

A benignidade tambem se acha estreitamente ligada à sinceridade e respeito. A idéia de benignidade abrange por inteiro o ideal de se tratar outras pessoas com profunda integridade. Tratamos os outros com benignidade porque os consideramos e respeitamos como indivíduos, qualquer que seja sua cultura, fé religiosa, cor ou posição social. Procuramos ser úteis e compreensivos, porque temos por eles um interesse verdadeiro. Mas surpreendentemente, os seres humanos são extremamente sensíveis nessa questão de relacionamento pessoa. Eles conseguem perceber imediatamente se estamos agindo com uma atitude condescendente ou paternalista. A verdadeira benignidade não contém laivos de altivez. Ela implica num nivelamente com nosso semelhante, pelo amor, estendendo a mão para ajudá-lo naquilo que precisar.
Expressar benignidade não é enganar pessoas desesperadas, nem fingir um falso interesse por sua situação. A verdadeira benignidade vai muito além do fingimento, dos suspiros simulados e das lágrimas de crocodilo. Implica em nos envolvermos profundamente com o sofrimento e dificuldade de outrem, ao ponto de seu problema fazer-nos sofrer – sofrer mesmo – e causar-nos alguns inconvenientes.

A verdadeira benignidade é aquela que não se retrai ao ver que a sua manifestação lhe custará alguma coisa. Ela sacrifica suas próprias preferências, a fim de oferecer auxílio e conforto a outrem. Ela paga o preço do trabalho, incomodos, privações, e, silenciosamente e sem alarde, procura proporcionar satisfação a outrem. Sensível à dor e sofrimento de uma sociedade cheia de problemas, ela se propõe a fazer o que puder para aliviar esse sofrimento. E tenta fazer do mundo um lugar melhor e mais feliz para os que se acham mergulhados em dor e agonia.
É essa a qualidade de benignidade que caracteriza Deus, o Pai. Ele de fato se importa conosco; e sofre por nós. Nosso Pai celeste vem a nós em absoluta sinceridade e franqueza. Ele entrega sua vida por nós, da-se sem hesitação, para que fiquemos mais ricos. Identifica-se conosco, com nossos problemas. Sendo plenamente misericordioso, compassivo e ato-sacrificial, Ele tem sempre em mente o nosso bem, o nosso proveito.
Essa verdade é expressa por Paulo, na carta à igreja de Corinto : “Pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesua Cristo, que, sendo rico, se fez pobre por nós, para que sua pobreza vos tornasseis ricos.” (2 Corintios 8.9)

Tenho a convicção inabalável de que, quando a Palavra de Deus nos instrui claramente a termos momentos de comunhão com Cristo, meditando em seus mandamentos, essa ordem está basicamente relacionada com misericórdia, compaixão e benignidade para conosco. Aquele que frequentemente tem instantes de reflexão sobre essas coisas se achará vivendo e movendo-se numa atmosfera de humildade e gratidão a Deus, por todos os benefícios a ele concedidos pelo terno Senhor.
Assim, impulsionados e constrangidos por esse amor – a vida de Cristo comunicada a nossa vida – poderemos sair deste mundo infeliz e sofrido, dispensando benignidade a outros.
Por onde quer que passemos, alí ficará um legado de amor.

” Pois bondade e misericórdia nos seguirão por todos os dias de nossa vida”.(Salmo 23.6)
Exerça a BENIGNIDADE!

by:mangasfara

Nenhum comentário:

Postar um comentário