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●๋•__ Grandes realizações tiveram início com apenas um sonho e era que um dia este sonho se tornaria realidade. Então, vá em frente e acredite! Ouse sonhar!__ °.•

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Israel para o Mundo

 Oi gente!
Achei interessante esse artigo, vejam só...

Se a existência de Israel atual é recente - a independência data de 1948 -, sua história é muito mais longa e se confunde com a do povo judeu e de seus antepassados, os hebreus, da Antiguidade. Pode-se aceitar que ela tenha começado com os patriarcas bíblicos, como Abraão, seu filho Isaac e seu neto Jacó, a quem, segundo o Gênesis (primeiro livro da Bíblia), Deus chamou de Israel.

O nome de Israel se estendeu a uma estreita faixa de terra onde viviam os descendentes de Jacó, entre o mar Mediterrâneo, a península Arábica e a Síria cerca de 2 mil anos antes de Cristo. Por se tratar de um local que constitui uma ponte natural entre a Ásia, a África e a Europa, a região foi sempre disputada e - da Antiguidade até meados do século 20 - os grandes impérios ali se impuseram: egípcios, assírios, babilônios, persas, gregos, romanos, bizantinos, árabes, turcos e ingleses.

Dispersão de um povo

Todas essas invasões resultaram na dispersão dos judeus pelo mundo, em especial a partir de 70 d.C., quando este povo promoveu uma grande rebelião contra o domínio romano. As legiões de Roma reprimiram duramente a revolta e incendiaram o templo de Jerusalém, um símbolo da unidade política e religiosa hebraica. Somente uma parte do muro exterior continua de pé até hoje, constituindo um grande monumento religioso do judaísmo.
 Muro das Lamentações, Jerusalém. Este lugar é o que sobrou do segundo templo da história antiga judaica, destruído
em 70 d.C.
De qualquer modo, mesmo dispersos, sem um território que os abrigasse, os judeus conseguiram se manter como um povo ou uma nação, devido ao imenso apego às suas tradições religiosas e culturais, além de uma esperança - ainda que remota - de um dia retornar a Israel, a "Terra (a eles) prometida (por Deus)", de acordo com a tradição bíblica.

Em 2 mil anos de exílio, os judeus sempre constituíram minorias em outros países, sendo constantemente discriminados e perseguidos. O cristianismo, após tornar-se a religião oficial do Império romano, contribuiu bastante para isso, retirando a culpa da crucificação de Jesus que pesava sobre Roma e atribuindo-a aos judeus, que passaram a ser vistos como os "assassinos de Cristo". Não é difícil imaginar o que lhes aconteceu durante a Idade Média ou a Contra-Reforma, quando a Igreja Católica imperava.

O sionismo
Theodor HerzlEm meados do século 19, a maior parte dos judeus se encontrava nos países da Europa oriental, como a Polônia, a Lituânia, a Hungria e a Rússia. Nessa época, a antiga Israel era uma província do Império turco, denominada Palestina. Ao mesmo tempo, uma onda de nacionalismo atingia a Europa com a unificação da Itália e da Alemanha.

Desenvolveu-se, então, também entre os judeus um movimento nacionalista que se orientava pela ideia de recriar uma nação judaica no território de sua pátria ancestral. O movimento recebeu o nome de sionismo, que se origina de Sion, a antiga designação de uma colina de Jerusalém que passou a denominar esta mesma cidade bem como a própria Israel.

Na Basileia, Suíça, em 1897, teve lugar o 1º Congresso Sionista, presidido por Theodor Herzl, o fundador do movimento. Seu objetivo era obter um documento reconhecido internacionalmente que legitimasse o estabelecimento dos judeus na Palestina. As comunidades judaicas da Europa ocidental - ricas e bem integradas às nações onde estavam - contribuíram para levar o projeto adiante.

Pântanos e desertos

 Milionários judeus - como a célebre família Rothschild - doaram dinheiro para se comprarem terras dos proprietários árabes da região. Embora se tratasse de uma área de pântanos e desertos, muitos jovens judeus da Europa oriental se dispuseram a colonizá-la, para escapar às perseguições e à falta de perspectivas nos países onde viviam. Na nova/antiga pátria, adotaram o velho idioma hebraico como língua comum.

No começo, não houve oposição ao projeto por parte dos árabes, que vendiam os terrenos e conviviam pacificamente com seus compradores. Assim, novas levas de imigrantes judeus foram chegando à Palestina entre 1904 e 1914. A eclosão da Primeira Guerra Mundial alterou o equilíbrio da região e comprometeu as relações entre árabes e judeus, que já chegavam ao número de 60 mil.
Devido ao petróleo, que já se transformara em fonte essencial de energia para o mundo, o Oriente Médio tornou-se foco de disputa entre as grandes potências envolvidas no conflito. O controle do petróleo poderia assegurar a vitória de uma das partes em guerra. Para enfrentar seus inimigos alemães e turcos, a Inglaterra armou os árabes.

Mandato britânico

Membros do Haganah expulsando árabes palestinos de Haifa, abril 1948. Com o fim da Primeira Guerra, o Império britânico, vitorioso, impôs seu poder em todo o Oriente Médio. Seu domínio foi marcado pelo desenvolvimento da economia e da infraestrutura da região (ferrovias, rodovias, sistemas de abastecimento de água etc.), atraindo novas levas de imigrantes judeus.

Em 1931, eles já eram cerca de 170 mil e suas colônias agrícolas progrediam assim como suas cidades, Jerusalém, Tel Aviv e Haifa, onde se construíam fábricas, escolas e hospitais. Data desse momento a deterioração da relação entre árabes e judeus. A elite árabe não via com bons olhos os ideais democráticos judaicos nem a modernização social que eles promoviam.

Líderes de comunidades árabes da Palestina passaram a incitar seu povo contra os "invasores ocidentais". Vieram as primeiras agressões. Os ingleses, a princípio, mantiveram-se omissos. Depois, para preservar seus interesses petrolíferos, procuraram agradar os árabes, limitando a imigração de judeus e a compra de terras na Palestina.

Por sua vez, para se defenderem, os judeus criaram um exército, a Haganah ("defesa", em hebraico), que se manteve na clandestinidade desde sua fundação, em 1920, até a independência de Israel, 28 anos depois.

Segunda Guerra Mundial

 Tropas nazistas começam o embarque em comboios de judeus presos em diversos campos de concentração espalhados
pela Europa ocupada. O destino deles é o campo de extermínio de Auschwitz, na Polônia, onde três milhões de pessoas
morreriam até ao fim da Segunda Guerra Mundial.

 A Segunda Guerra Mundial gerou nova reviravolta no Oriente Médio. Fascistas italianos e nazistas alemães apoiaram os árabes com armas e dinheiro para combater ingleses e judeus. Estes, apesar da posição hostil da Inglaterra, aliaram-se a ela em combate ao inimigo comum.

Entretanto, em 1942, quando circularam notícias dos campos de extermínio na Europa, grupos judeus passaram a enfrentar tanto árabes quanto britânicos e a Haganah passou a trabalhar pelo fim do Mandato britânico na Palestina, bem como criou um serviço de imigração ilegal para Israel.

Com o fim da Segunda Guerra, as organizações judaicas passaram a resgatar os que escaparam do holocausto nazista e a embarcá-los clandestinamente para Israel. A Inglaterra tentou impedir o desembarque dos refugiados, num dos episódios mais vergonhosos da sua história. Afinal, tratava-se dos sobreviventes de um dos mais cruéis massacres da história.

A pressão internacional, os altos custos miliatres de ocupação da Palestina e ações guerrilheiras de grupos judeus forçaram a Grã-Bretanha a levar a questão para a recém-fundada Organização das Nações Unidas.

Protestos

Os árabes protestaram fortemente e questionaram a competência da Assembleia Geral para decidir o futuro da região, alegando que, mesmo após a promoção da imigração em massa de judeus, a população árabe da Palestina ainda representava 70% do povo da região.

A Comissão das Nações Unidas foi formada por Canadá, Tchecoslováquia, Guatemala, Países Baixos, Peru, Suécia, Uruguai, India, Irã e Iugoslávia. Membros dos países visitaram a Palestina em junho de 1947, para ouvir os projetos dos sionistas e dos árabes palestinos.

Após três meses de investigação, em agosto de 1947, a Comissão apresentou seu parecer com a tese judaica e a árabe. A tese judaica defendia o estabelecimento de um Estado judeu na Palestina. Segundo essa tese, "a fundação do Estado judeu e a imigração sem restrições estão ligadas indissoluvelmente". A nação seria um abrigo aos judeus refugiados da Europa que compensariam a diferença numérica em relação à população árabe.

A tese árabe defendia a independência palestina, reivindicando o direito "natural" da maioria árabe de "permanecer na possessão indiscutível de seu país, posto que está e tem estado durante muitos séculos em possessão daquela terra". Como argumento, apresentaram os direitos "naturais" do povo que habitou a Palestina, sem interrupção, desde muitos séculos.

A proposta apresentada pela maioria dos países integrantes Comissão defendia a divisão da região em um Estado árabe independente e um Estado judeu independente e a internacionalização de Jerusalém - por seu valor histórico e cultural para as religiões monoteístas-, após um período de transição de dois anos.

Ao todo 25 países, incluindo o Brasil, votaram a favor da criação dos Estados independentes, movimento que culminou com a fundação de Israel.

Fontes: Jornal O Estado de S. Paulo | Enciclopédia Britânica | Ministério de Relações Exteriores de Israel | Realidades de Israel (publicação do Centro de Informação de Israel) | The Israel Project | Revista Época | TV Cultura | Jornal Folha de S. Paulo


by:mangasafra

domingo, 29 de julho de 2012

SUPERAÇÃO - Amar a Deus, a vida e ao próximo é o que nos faz superar tudo!

Oi gente!
Lindo esse texto que li de uma pregação do Pastor da minha igreja.
Vejam só...

Deus tem nos dado uma vida de superação e sempre que as coisas se tornam difíceis
Ele renova as nossas forças e a nossa alegria supera nossa tristeza, nosso consolo supera nossa dor, nossa fé supera nossa dúvida, nossa esperança supera nosso desespero, nosso entusiasmo supera nosso desânimo, nosso sucesso supera nosso fracasso, nossa coragem supera nosso medo, nossa força supera nossa fraqueza, nossa perseverança supera nossa inconstância, nossa paz supera nossa guerra, nossa luz supera nossa escuridão, nossa voz supera nosso silêncio, nossa paciência supera nossa impaciência, nosso descanso supera nosso cansaço, nosso conhecimento supera nossa ignorância, nossa sabedoria supera nossa tolice, nossa vitória supera nossa derrota, nossa ação supera nosso tédio, nosso ganho supera nossa perda, nossa resistência supera nossa fragilidade, nosso sorriso supera nosso choro,nossa riqueza supera nossa pobreza, nosso sonho supera nossa realidade...

E o amor de Deus derramado sobre nossas vidas nos faz amá-lo acima de todas as coisas, Amar a Deus, a vida e ao próximo é o que nos faz superar tudo!

Por: Pastor Luiz Vicente C. Fragoso

by:mangasafra

sábado, 21 de julho de 2012

Buscando a presença – parte 2

Oi gente!
Continuando...

Meditando a respeito da vida de Saul, podemos entender o que o levou a não se preocupar em trazer de volta a arca do Senhor, símbolo da presença de Deus no meio do povo.

1- A voz do povo

Saul foi rei sob a vontade permissiva de Deus, e não pela sua vontade suprema. O povo queria ter um rei sobre si “assim como as outras nações o tinham”, alegando que Samuel já estava velho e que não teria condições de continuar sendo juiz sobre Israel. Em 1 Samuel 8.7 o Senhor diz a Samuel: ”Ouve a voz do povo em tudo quanto te disser, pois não tem rejeitado a ti; antes, a mim tem rejeitado, para eu não reinar sobre ele.” O Senhor queria ser o rei sobre Israel naqueles dias. Ele queria ser conhecido do seu povo, reafirmar sobre Israel o seu caráter de santidade, depois de ter sido tão mal representado pelos antigos sacerdotes Eli e seus filhos Ofni e Fineias. O Senhor queria preparar o povo para o rei que ele já tinha escolhido: Davi. Ele seria um rei segundo o coração de Deus. Mas o povo se antecipou e quis “ser “como as outras nações. Deus então, escolheu Saul. Ele era um jovem bonito, que se destacava dentre todos os do povo, mas que não era o centro da vontade de Deus para Israel.

Algumas situações que tomam lugar na nossa vida podem parecer muito boas e cômodas aos olhos humanos, mas não são o centro da vontade de Deus para nós. Ele certamente permite que façamos nossas escolhas. Mas quantas delas expressam a vontade perfeita de Deus? A Bíblia diz que não sabemos orar como convém. Precisamos que o Espírito Santo interceda por nós com gemidos inexprimíveis. Jesus nos ensinou a orar para que o reino de Deus venha e a vontade dele seja feita na terra assim como ela é feita no céu. Para isso precisamos da ação sobrenatural do Espírito Santo. Precisamos de sua revelação. Precisamos do fluir dos dons e do poder do Espírito de Deus para que sigamos no centro da sua vontade.

Tenhamos cuidado! A voz do povo pode não ser a voz de Deus. Algumas lideranças querem tanto agradar ao povo, satisfazer ao povo, seguir as tendências comerciais e mundanas para atrair as massas, que calam a voz do Espírito Santo. Preferem usar as estratégias marqueteiras para terem suas igrejas e eventos cheios de gente. Mas nem tudo o que é popular e bem aceito pela maioria é o centro da vontade de Deus. No reino de Deus não vivemos uma democracia. Vivemos sob o senhorio de um Rei que precisa ser obedecido para que o Reino venha a se expandir sobre o reino das trevas.

Deus está levantando agora mesmo, pessoas que anseiam pela expansão do reino de Deus. Pessoas que têm fome e sede de que a vontade de Deus seja feita na terra assim como ela e feita nos céus. São pessoas que estão dispostas a não andarem conformadas com a maioria, mas a seguirem a vontade perfeita de Deus custe o que custar.

Por: Nivea Soares
Continua…

by:mangasafra

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Buscando a Presença

Oi gente!
Bom, quero compartilhar com vocês um DEVOCIONAl da Ministra de Louvor Nivea Soares.
É bem lega, vejam só!

Tenho saudades do calor da presença de Deus que enchia o ambiente dos cultos, há alguns 10 anos. Tenho saudades do tempo em que as pessoas não tinham sequer o interesse em saber quem estaria ministrando. Todos iam às reuniões buscando apenas uma coisa, a presença de Deus. A fome e a sede pelo Senhor eram intensas. Tenho saudades de voltar dessas reuniões em silêncio, enquanto as lágrimas escorriam pelo rosto e o coração ardia de amor por Jesus. Sentíamos o impacto do temor do Senhor.

Uma vez ministramos em um culto no Rio de Janeiro que durou seis horas. O Espírito Santo agia com tanto poder, a presença de Deus era tão marcante, que as pessoas não queriam sair. Hoje os tempos são outros. A fome por entretenimento e popularidade parece ter sufocado a fome por Deus em alguns corações. O Espírito Santo é mesmo sensível e gentil como uma pomba. Quando não permitimos que Ele fale e atue com liberdade no nosso meio, Ele gentilmente se cala. Ah! que silêncio doloroso, quando nossos cultos são apenas cheios do barulho dos homens e vazios da presença e da voz de Deus! O próprio Senhor disse em Oseias 5.15: “Então voltarei ao meu lugar até que eles admitam sua culpa. Eles buscarão a minha face; em sua necessidade eles me buscarão ansiosamente.” Creio, porém, que em todas as ocasiões de sequidão espiritual, existem aqueles que não estão satisfeitos. Aqueles que não estão conformados com a situação de frieza ou de “mornidão” espiritual.

Davi foi um desses homens que decidiu colocar a presença de Deus no lugar que lhe era devido. Em 1 Crônicas 13.3 ele disse aos sacerdotes e a toda assembleia de Israel: “Vamos trazer de volta a arca de nosso Deus, pois não nos importamos com ela durante o reinado de Saul.” Davi caminhou em direção a esse objetivo e o cumpriu, e ainda que tenha cometido erros nesse processo (levou a arca num carro de bois, o que causou a morte de Uza), ele não estava satisfeito com as vitórias e bênçãos. Ele tinha fome por mais. Ele queria o Senhor.

Por: Nívea Soares
Continua…

by:mangasafra

domingo, 1 de julho de 2012

Fruto do Espírito - parte 9

Oi gente!
Como foi tremendo o desenvolver deste Estudo Devocional, pois, aprendemos que o Fruto do Espírito deve ser constante em nossas vidas sem esquecer nenhum dos 'gomos'.
A prática dessas 'Obras do Espírito' em nós aperfeiçoa o nosso caráter e molda a nossa vida por completo e ainda tras benefícios tremendos para a nossa Alma.
Que você possa tirar o máximo de proveito desse pequeno Estudo para que a sua vida seja mais direcionada pelo Fruto do Espírito e não por obras da carne.
Deus abençoe!
Vamos lá, para o último dos 'gomos' e creio que um dos mais difíceis de executarmos, pois, o ser HUMANO é uma boa parte de sua estrutura EMOCIONAL. E como!


DOMÍNIO PRÓPRIO ou TEMPERANÇA

Esta é a nossa última aula do estudo sobre as obras da carne e fruto do Espírito. Nosso tema de hoje é o domínio próprio, algo necessário em todas as áreas da vida cristã. Esta qualidade é necessária para dominarmos o “velho homem”, com todas as suas concupiscências descritas nos versículos de 19 a 21 do capítulo 5 da epístola de Paulo aos Gálatas.

DEFINIÇÃO
A palavra usada no grego é “egkrateia” que significa domínio próprio, autocontrole, temperança. Domínio próprio, portanto, é o mesmo que autocontrole.
Este domínio de si mesmo é algo extremamente difícil e somente o Espírito de Deus poderá nos levar a alcançá-lo de modo pleno, no entanto, apesar de difícil, é valioso devido às bênçãos que ele proporciona. O escritor de Provérbios faz uma comparação interessante no capítulo 16, versículo 32 (leia este texto) que mostra a preciosidade desta qualidade.

O DOMÍNIO EM TODAS AS ÁREAS DA VIDA
Sabemos que o ser humano é formado de corpo, alma e espírito, e que no momento da sua conversão o Espírito de Deus vem habitar no seu coração. Deus deseja dominar todas as áreas da nossa vida!
Em I Co 7.9, por exemplo, o apóstolo Paulo fala sobre o controle na área sexual. Em I Co 9.25 o mesmo apóstolo fala sobre o autocontrole em toda a vida. Este autocontrole nos leva a sermos vitoriosos!
Existem outros exemplos na Palavra de Deus. Em Ef 6.18 há uma advertência sobre perseverar em oração, isto envolve também o autocontrole, pois a carne não deseja orar! Se realmente não agirmos desta forma, não oraremos, não leremos a Bíblia, não teremos uma vida ativa, etc...
Veja também:
Subjugar a língua(Tg 3.2,8 ). Observe bem o v. 8; somente Deus pode fazer isto!
Subjugar o corpo(I Co 9.27).
Peça ao Espírito Santo que lhe dê domínio próprio, você precisa querer isto em todas as áreas da sua vida!
A temperança vem de uma vida controlada pelo Espírito Santo em constante comunhão com o Senhor, e isto, por sua vez, através de oração, leitura da Palavra de Deus e jejum.

ARMAS PARA O DOMÍNIO PRÓPRIO
Obviamente, a temperança é fruto do Espírito e, portanto, somente conseguirá ter domínio próprio àquele que possui o Espírito de Deus.
Algumas religiões pregam a “meditação”, outras a “concentração”, outras os exercícios de “repetição”, algumas o jejum e outras o isolamento, para seus adeptos conquistarem o autocontrole.
Claramente estes esforços tornam-se vãos, Algumas conquistas ser conseguidas na esfera do corpo ou da mente, no entanto, somente Jesus pode trabalhar no coração do homem.
Algumas “armas” auxiliam o cristão a ter o domínio próprio, mais não podemos cair na ilusão de que com nossos esforços e méritos conseguiremos a temperança. Estas “armas” visam uma maior proximidade com o Senhor para encontrar nele a força para vencer.
Vejam a seguir algumas atitudes que vão ajudá-lo:
ORAÇÃO -Através dela falamos com Deus e nos tornamos mais sensíveis a sua voz.
Na sua Bíblia, leia Mt 6. 5-15
JEJUM -O jejum é uma arma poderosa para auxiliar a autodisciplina, através dele nos separamos para consagrar ao Senhor, permitindo que Deus mortifique a nossa carne, santificando a nossa vida.
Quanto ao jejum, leia: Mt 6. 16-18 ; Is 58
VIGILÂNCIA -Sem ela não adianta orar e nem jejuar!
Leia: Mc 14.38
BÍBLIA –Nela está a revelação de Deus para a nossa vida e o modelo de caráter.
Leia: Jo 17.17

O DOMÍNIO PRÓPRIO E O AMADURECIMENTO
Você já observou um recém convertido? Muitas vezes ele tem atitudes precipitadas, isso acontece devido ao fruto do Espírito amadurecer na vida do cristão à medida que ele busca ao se Senhor.
Quanto mais amadurecido for o cristão, maior será o seu domínio próprio; não estou falando de tempo de conversão, mais o amadurecimento acontece à medida que abrimos o coração para a vontade de Deus e o obedecemos.


Desenvolva o domínio próprio

 Como cidade derribada, que não tem muros, assim é o homem que não tem domínio próprio. Provérbios 25.28
O domínio próprio é um fruto do Espírito (veja Gálatas 5.22-23) e se desenvolve quando passamos tempo nos relacionando com Deus e praticando nossa obediência a Ele. Algumas vezes, preferimos que Deus nos controle e nos faça agir da forma certa, mas Ele quer que nós mesmos aprendamos a governar nosso espírito. Provérbios 16.32 diz: “Melhor é o longânimo do que o herói da guerra, e o que domina o seu espírito, do que o que toma uma cidade”. Exige domínio próprio não ficar ofendido, não tornar-se irado todas as vezes que alguém não faz algo da forma que gostaríamos. O domínio próprio é necessário sobre nossos pensamentos, palavras e apetite. Mas, uma vez que dominamos nosso próprio Espírito, somos considerados poderosos aos olhos de Deus, mais fortes do que alguém que domina uma cidade.

A Bíblia no livro de Gálatas traz para nós a relação do fruto do Espírito Santo que pode ser encontrado na vida do crente: Amor, alegria, paz, paciência, delicadeza, bondade, fidelidade, humildade, domínio próprio.
Há uma luta entre a carne e o Espírito na vida do crente, o objetivo dessa luta é afastar o crente de revelar em sua vida o fruto do espírito. Todos são fundamentais para se ter uma vida abundante, porem nesse sermão, quero destacar o domínio próprio.
O que contemplamos hoje, são pessoas que agem por impulso, não refletem sobre suas decisões e sobre as conseqüências das mesmas, simplesmente querem agir no momento e no impulso. Políticos destruíram sua carreira por decisões impulsivas; Casamentos são desfeitos por decisões impensadas; Lares abandonados por filhos queixosos de decisões impensadas dos pais, Artistas que ficaram em situações difíceis diante do seu público por 'atos públicos' sem qualquer avaliação de resultados. A bíblia sagrada nos dá o manual do ser Humano Feliz, entre outras orientações, o exercício do domínio próprio como uma forma de atingirmos o que desejamos do jeito que Deus quer nos dar.
Como fazer para obter domínio próprio - é fruto do espírito santo de Deus, é o resultado de uma vida nas mãos Dele, logo o primeiro passo para obter o domínio próprio é ter uma real experiência de conversão a Jesus Cristo. O segundo passo é permitir que a palavra de Deus guie completamente sua vida. O terceiro passo é buscar uma vida de oração com o Senhor.

Obstáculos para Exercício do Domínio próprio - O temperamento é fator que pode dificultar muito no exercício do domínio próprio, contudo não deve ser uma Desculpa; é que também o temperamento pode e deve ser controlado pelo espírito santo. O apóstolo João, conhecido como Boanerges (trovão), aquele mesmo que pediu a Jesus que derramasse fogo do céu quando o povo não quis ouvi-lo, após ter seu temperamento controlado pelo espírito santo, passa a ser o apostolo ou discípulo do amor.
Egocentrismo, é o outro fator muito forte na falta de domínio próprio, a pessoa coloca-se como número um em tudo, e não aceita ser contrariada, quando isso acontece vem à explosão.
Precisamos verificar também o estado clinico, pois pessoas com hipertensão e não devidamente controladas, tendem a irritarem-se com facilidade.
Falta de comunhão com o Pai celestial, faz o crente irritar-se e perder o controle com coisas simples e contornáveis.
Poderíamos citar outros fatores, ou você pode conhecer outros fatores, mais uma coisa vale a pena ressaltar, podemos ter sérios prejuízos em nossa vida pela falta de domínio próprio.
Você sofre desse mal? quer tratá-lo? Verifique primeiro se você está clinicamente bem, caso positivo, comece a buscar o Espírito Santo em sua vida. Como fazer isso? Procurando viver os ensinamentos da bíblia. Tendo uma vida de comunhão e oração. Experimente exercer o auto controle e verifique os benefícios que isso pode te trazer.

CONCLUSÃO
Vimos nesta aula que o domínio próprio é uma qualidade do fruto do Espírito muito preciosa e que Deus deseja que ele exista em todas as áreas da nossa vida.
Vimos também que existem atitudes que nos aproximam mais de Deus e que, portanto, aumentam a temperança. Aprendemos também que esse domínio próprio é sinal de amadurecimento.
Busquemos então uma vida de consagração para que tenhamos mais domínio próprio e sejamos sóbrios, não nos precipitando no responder ou no falar, controlando pelo poder do Espírito a nossa “velha natureza” em todas as áreas da nossa vida.

 Meus amados, uma árvore que não frutifica é cortada e lançada fora! Pelo fruto conhecemos a árvore.
Quando plantamos uma arvore frutífera, esperamos um dia colher os seus frutos. Isso acontecerá à medida que a árvore amadurecer.
Assim acontece conosco! Deus plantou em nós a semente da sua Palavra e colocou em nós o seu Espírito e espera encontrar fruto em nossa vida. Com o passar do tempo precisamos amadurecer para que estes frutos possam ser colhidos pelo Senhor!
Deus abençoe a sua vida.
A Graça e a Paz de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo sejam sempre convosco!


by:mangasafra