Seja bem vindo!

●๋•__ Grandes realizações tiveram início com apenas um sonho e era que um dia este sonho se tornaria realidade. Então, vá em frente e acredite! Ouse sonhar!__ °.•

domingo, 31 de março de 2013

Mais uma primavera

Oi gente!

Quero agradecer ao SENHOR JESUS publicamente por Sua FIDELIDADE comigo...

31 de Março de 2013 completando mais um ano de vida.


Mesmo com todas as dificuldades, lutas, perseguições etc.
Não olho para trase nem penso em RECUAR, pois, do que me adianta Retroceder se já não pertenço mais a um MUNDO corrompido pelo pecado onde seus valores e conceitos estão completamente violados e distorcidos.

Apesar das tribulações não desisto, mas, Prossigo em direção ao alvo, para obter o prêmio da vocação celestial de Deus em Cristo Jesus.
Filipenses 3:14
Pois, mesmo diante de qualquer circunstãncia e ainda que sofra ou chore. Eu sei que tudo isso passará ao amanhecer, porque, a minha ESPERANÇA Ressuscitou ao 3° dia e juntamente com ele a minha vida e por isso não me abalarei!

Tendo por certo isto mesmo, que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até ao dia de Jesus Cristo;
Filipenses 1:6

ELE, Jesus, está realizando essa obra em minha vida também e ELE não cessará até que eu esteja da maneira que ELE quer que eu esteja!
Por isso, tenho em meu coração uma grande certeza e é que VÃO SE CUMPRIR CADA PROMESSA QUE DEUS FEZ EM MINHA VIDA!
Podem passar os anos, mas, nenhuma das Palavras que Deus disse ficarão esquecidas, pois, tenho a plena certeza de que TUDO O QUE JESUS CONQUISTOU NA CRUZ É DIREITO NOSSO É NOSSA HERANÇA...

Senhor amado meu obrigado por minha Familia, Amigos, Igreja e é claro por minha VIDA que VIVO somente para Ti, pois, foi Tu mesmo quem me tirou do leito de MORTE e me colocou no Reino do Filho do seu amor.
Por tanto, tudo o que tenho e sou é totalmente teu!
Te amo Pai, Jesus Filho e ao meu amado amigo Espírito Santo... Te amo DEUS!

Obrigado por mais uma primavera em minha vida na tua prenseça!

Uma coisa tenho aprendido e é que...
Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor.
1 Coríntios 15:58

by:mangasafra

sexta-feira, 29 de março de 2013

Em minha Memória...

Oi gente!
"Quero trazer à memória o que me pode dar esperança."

No período em que Israel esteve no cativeiro babilônico, pelas suas tantas transgressões, o profeta Jeremias escreveu os poemas do livro de Lamentações, para tentar expressar a angústia e sofrimento que seu povo passava naquele tempo. No capítulo três de lamentações, nos primeiros versículos, podemos ver que quanto mais o profeta se lembrava de toda a dor que havia passado e estava passando, ele esmorecia, ficava cada vez mais entristecido. E ele mesmo confessa que mantinha na sua mente continuamente pensamentos de dor (Minha alma, continuamente, os recorda e se abate dentro de mim” Lm 3:20).
Esta atitude quase o fez perder a sua esperança. Mas então, no verso seguinte, o profeta percebe que deveria pensar naquilo que poderia dar-lhe esperança (v.21). Muitas vezes focamos a nossa atenção em experiências dolorosas do presente, e ainda naquelas do passado, sentimentos que foram feridos, perdas, sonhos frustrados. E ao lembrarmos continuamente destes fatos, acabamos perecendo na mesma dor, sentindo uma imensa tristeza. Mas o que pode nos dar esperança diante das adversidades? Esperança é a disposição do espírito que induz a esperar que uma coisa se há de realizar ou suceder. Jeremias viu sua esperança voltar quando lembrou das misericórdias de Deus: “As misericórdias do SENHOR são a causa de não sermos consumidos, porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a tua fidelidade” (v. 22).

A palavra misericórdia, que em hebraico é “hesed”, pode ser traduzida por “aliança de amor” ou “amor imutável”. Diante de tanta adversidade, parecia que não havia mais esperança, mas Jeremias lembrou que a “hesed” de Deus ainda permanecia sobre seu povo. Quando aparentemente parece que estamos vivendo em um “deserto”, devemos nos manter firmes na esperança de que Deus é por nós, e está do nosso lado. Devemos nos lembrar dos milagres que Ele já fez, da provisão que diariamente Ele nos dá, do presente da salvação. Deus é imutável, e o que Ele quer para seus filhos é sempre o melhor. Nossa mente tem a tendência de as vezes criar asas, e nos levar muito longe, por isso devemos ter cuidado com certos pensamentos que trazem descrença e tristeza na nossa vida ( Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai." Fp 4:8).

Não devemos nos angustiar com o futuro e nem chorar pelo passado, mas devemos estar firmes na confiança de que “tudo coopera para o bem daqueles que amam a Deus” (Rm 8:28). Não deixa com que a descrença, o medo, a dúvida ou a dor tenham lugar no seu pensamento. Ao invés disso, lembre-se que Deus é sempre fiel e nunca irá nos abandonar. Nunca esqueça dos milagres que Deus já fez por você, comece a enumerar as pequenas e grandes bênçãos que Ele já te deu. O Senhor é a nossa esperança ("Pois tu és a minha esperança, Senhor DEUS; tu és a minha confiança desde a minha mocidade." Sl 71:5) e ela jamais será frustrada. As promessas de Deus na sua vida não vão se frustrar, tudo que Ele te prometeu Ele irá cumprir. Confie no Senhor e nunca esqueça que Ele é fiel. Quando na sua mente vier lembranças tristes, peça ao Senhor que lembre você da Sua fidelidade, das coisas que Ele já fez por você, do amor imutável dEle, e seja fortalecido e encorajado para continuar sua viajem rumo à terra das promessas.

"Quero trazer à memória o que me pode dar esperança.
As misericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos,porque as suas misericórdias não têm fim; renovam-se cada manhã. Grande é a Tua fidelidade.
A minha porção é o SENHOR, diz a minha alma; portanto esperarei nele. Bom é o SENHOR para os que esperam por ele, para a alma que o busca. Bom é ter esperança, e aguardar em silêncio a salvação do SENHOR" (Lm 3:21-26).

by:marcelosafra

segunda-feira, 18 de março de 2013

Aprendendo a Superar!

Oi gente!
''Mas uma coisa faço, e é que, esquecendo-me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo pelo prêmio da vocação celestial que Deus nos chama a receber.'' Fl 3:13-14

Às vezes é difícil não é mesmo? Desprender-se das coisas que ficaram para trás. Pode ser por várias razões.Às vezes são coisas que gostamos muito de fazer, pessoas que amamos muito estar perto.
Às vezes pode ser atitudes, modos, hábitos.
Às vezes pode ser decepção, mágoa, dor, uma quebra de aliança...
Que difícil não é mesmo?
É todos nós sabemos o que enfrentamos e sabemos a dificuldade que temos para isso. Mas vemos aqui um modelo para nós. Neste versículo Paulo mostra sua ousadia em prosseguir, em continuar.

O mundo não para.
A tecnologia não para.
Você quer um computador do ano de 2005 ou prefere o lançamento de 2013?
O iphone 3 ou o iphone 4? Você quer o carro novo, do ano, ou prefere o seu do ano passado?
Se o próprio mundo continua avançando e deixando as coisas antigas para trás, assim nós devemos fazer também. Não estamos presos, não estamos parados. Alguns sim estão estagnados. Talvez por seus pecados, talvez pelo peso de sua língua não consiga sair do lugar, talvez pelo seu comodismo. Mas para aqueles que têm potencial, aqueles que são diferentes, Deus irá despertar e não os deixarão parados.
Uma hora ou outra iremos ser chacoalhados, igual um milk shake que precisa ser batido para ficar cremoso e gostoso, assim será conosco.
Mas parado? Não, não devemos ficar parados.
No meio dessa engenhoca inovadora, se encaixe nos padrões de Deus. Busque a Ele e deixe Ele te usar. Ele tem muito para realizar através de sua vida. Tenha coragem de dizer como Paulo e "uma coisa fazer" - prosseguir para o alvo. Existe um prêmio para você e eu, lá na frente. Deixe pra lá as coisas que passaram. Deus é fiel em restaurar aquilo que é necessário, aquilo que ficou mal consertado. Não se preocupe nada ficará frustrado. Nada ficará meio resolvido. Se sua vida está diante do Altar, então Ele vai te fazer avançar para a PAZ, para o amor, para a vida em Cristo e te dará a solução de todas as situações. Mas avance, porque é Ele que te chama para receber este prêmio.
É Ele quem colocará em suas mãos!
Deus te abençoe,


by:marcelosafra

terça-feira, 12 de março de 2013

Tudo que é demais sobra

Oi gente!
Confiram uma palavra da Ministra de Louvor Nivea Soares

Desde pequena ouço minha mãe dizer que “tudo o que é demais sobra”. Ela dizia isso em diversas ocasiões: quando se referia ao tempo a mais que eu queria passar na casa das coleguinhas para brincar; quando eu queria comer mais guloseimas do que ela me determinava a cada dia; quando eu passava tempo demais assistindo TV; quando eu queria dormir mais do que o necessário. Nos meus dias de criança não entendia muito o porquê de receber tantos “nãos” da minha mãe. Com o passar dos anos aprendemos, entendemos, ou pelo menos deveríamos entender aquilo que certos pais querem realmente dizer com alguns “nãos” que dão a seus filhos. A lição que está nas entrelinhas da educação é que: “Os excessos adoecem o ser humano e apodrecem a sociedade.”

Essa é uma verdade que não se pode negar. Tudo que vem em excesso torna-se prejudicial ao ser humano. O excesso de comida, por exemplo, pode trazer sérios problemas à saúde. Começa com aquela terrível má digestão e todos os desprazeres decorrentes dela. Aí vem o problema do excesso de peso. A obesidade pode desencadear problemas respiratórios, problemas de coração, de locomoção, entre outros que podem levar uma pessoa à morte prematura.

O excesso de mimos a uma criança pode torná-la um ser humano altivo e egocêntrico. Assim como o excesso de correção pode torná-la uma pessoa insegura e instável emocionalmente. O excesso de consumo pode afundar um ser humano em dívidas. O excesso de álcool pode incitar à violência e dependência dele. O excesso de trabalho pode causar estresse. O excesso de pessoas em um local fechado pode causar acidentes graves. O excesso de solidão pode levar à depressão…

Os excessos fazem mal. Isso por que os seres humanos não foram criados para “acumular coisas em si ou em torno de si”. Minha mãe tem razão, tudo o que é “demais” acaba sobrando mesmo. Ao pensarmos sobre isso, chegamos à conclusão de que nosso desequilíbrio e nosso desejo pelo acúmulo de coisas podem ser um exercício e um estímulo ao egoísmo e à independência humana.

Ao querermos “mais” daquilo que já temos em quantidade suficiente, podemos tentar preencher outras lacunas vazias de nossas vidas. É a famosa ”fuga da realidade”. Tentamos substituir aquilo de que realmente precisamos por aquilo que pensamos precisar. Ao nos estimularmos na prática dos nossos desejos desenfreados, perdemos a essência daquilo que fomos criados para ser: nascemos para amar a Deus e para amar ao nosso próximo.

Quando nos concentramos em nossos desejos por “mais”, nos esquecemos de que dependemos de Deus, de que nosso fôlego de vida vem dele e que por isso Ele merece o primeiro lugar em nossas vidas.

Em Mateus 6 à partir do verso 2, Jesus diz: “Por isso vos digo: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário?”

De acordo com Jesus, não podemos servir a Deus e às riquezas. Não podemos servir a Ele e às coisas ao mesmo tempo. Quando andamos ansiosos pelas coisas, as valorizamos mais do que a Ele e até do que nós mesmos: “Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário?” A base do “amar a si mesmo” não está em suprir-se com as coisas, mas em suprir-se em Deus que é a fonte de toda vida. O equilíbrio do ser humano depende do quanto ele se relaciona com Deus. Jesus continua dizendo a partir do verso 26:

“Olhai para as aves do céu, que nem semeiam, nem segam, nem ajuntam em celeiros; e vosso Pai celestial as alimenta. Não tendes vós muito mais valor do que elas? E qual de vós poderá, com todos os seus cuidados, acrescentar um côvado à sua estatura? E, quanto ao vestuário, por que andais solícitos? Olhai para os lírios do campo, como eles crescem; não trabalham nem fiam; E eu vos digo que nem mesmo Salomão, em toda a sua glória, se vestiu como qualquer deles. Pois, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe, e amanhã é lançada no forno, não vos vestirá muito mais a vós, homens de pouca fé? Não andeis, pois, inquietos, dizendo: Que comeremos, ou que beberemos, ou com que nos vestiremos? (Porque todas estas coisas os gentios procuram). De certo vosso Pai celestial bem sabe que necessitais de todas estas coisas; Mas, buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas.”

A plenitude real, a felicidade plena está em confiar e se relacionar com Deus. Quando estamos meramente envolvidos na satisfação dos nossos desejos, automaticamente, fechamos os olhos para toda e qualquer necessidade do nosso próximo. Os principais mandamentos são amar a Deus sobre todas as “coisas”, colocá-lo em um patamar, num grau de importância mais elevado do que as coisas; e amar ao próximo “como a ti mesmo”, tratar as pessoas e desejar a elas aquilo que quero para mim mesmo. Contribuir para que elas percebam e tenham em Deus a fonte da felicidade plena e também para que vivam com dignidade.

Por: Nívea Soares
by:mangasafra

sábado, 9 de março de 2013

Lições da vida de Gideão

Oi gente!

Depois da morte de Josué, o povo de Israel passou por mais de três séculos nos quais "não havia rei em Israel; cada um fazia o que achava mais reto" (Juízes 17:6; 21:25). Durante esse período, se repetia várias vezes o mesmo ciclo: Œ O povo obedecia a Deus por algum tempo e,  depois, afastou-se dele. Ž Como alerta ao povo rebelde, Deus permitia que um inimigo o oprimisse.  Quando o povo se arrependia e pedia libertação,  Deus mandava juízes para livrá-lo das mãos dos inimigos.‘ O povo resgatado servia ao Senhor durante o resto daquela geração, assim começando, de novo, o ciclo. Gideão foi o quinto dos juízes ou libertadores, apresentado em Juízes, capítulos 6, 7 e 8. Da vida dele, podemos aproveitar muitas lições valiosas.

Homem valente ou homem tímido?

Os midianitas oprimiram os israelitas por sete anos. Eles subiam cada ano e tomavam os produtos alimentícios dos campos e todos os animais dos hebreus. Para sobreviver, os israelitas escondiam alimentos do inimigo. Gideão estava preparando comida para escondê-la quando o Anjo do Senhor apareceu. Imagine este homem, trabalhando com medo do inimigo, quando ele ouviu as palavras do Anjo: "O Senhor é contigo, homem valente" (Juízes 6:12). Pela resposta de Gideão, parece que ele nem pensou no significado da frase "homem valente". Ele entrou diretamente numa discussão com o anjo sobre a presença de Deus. Ele não entendeu como Deus, estando com o povo, deixaria Israel sofrer. Deus continuou a conversa, desafiando Gideão a resolver o problema. Já que ele duvidou da presença de Deus, devia ir na sua própria força (Juízes 6:14). Isso não! Gideão, agora, sentiu tão incapaz que procurou uma saída da missão dada por Deus. Ele explicou que era uma pessoa pequena de uma família insignificante de uma tribo pouco importante. Gideão não veio ao Senhor como homem valente. Deus ia fazer dele um líder corajoso.

A força verdadeira do servo do Senhor não vem de si mesmo, e sim de Deus. Ninguém é forte o bastante para resolver seus próprios problemas sozinho, especialmente quando falamos sobre nosso problema principal: o pecado. Dependemos de Deus e de sua graça (Efésios 2:8-9). Paulo disse: "tudo posso naquele que me fortalece" (Filipenses 4:13). Os homens valentes, hoje em dia, são aqueles que confiam no Senhor.

"Eu estou contigo"

Nas conversas com Gideão, Deus afirmou sua presença repetidas vezes. Primeiro, ele afirmou por palavras: "Já que eu estou contigo, ferirás os midianitas como se fossem um só homem" (Juízes 6:16). Segundo, ele afirmou por sinais. Antes da primeira missão de Gideão, Deus lhe deu um sinal impressionante. O Anjo do Senhor causou subir fogo para consumir a oferta de Gideão. Enquanto pessoas faziam ofertas ao Senhor todos os dias, era muito raro o próprio Senhor mandar o fogo para as consumir. Antes de sua segunda missão, Gideão recebeu mais três sinais. Deus deixou o orvalho molhar uma porção de lã sem molhar a terra em volta dela (Juízes 6:36-38). Na noite seguinte, ele fez ao contrário, deixando a lã seca no meio de terra molhada (Juízes 6:39-40). Nas vésperas da batalha, Deus permitiu que Gideão ouvisse uma conversa entre dois soldados midianitas, confirmando a sua vitória iminente (Juízes 7:9-15). Terceiro, Deus afirmou sua presença através de promessas cumpridas, principalmente no livramento do povo pela mão de Gideão (Juízes 6:16; 7:7,22; 8:10-12). As demonstrações de Deus foram convincentes. Gideão foi convertido!

A maior bênção imaginável é a presença do Senhor em nossas vidas. Quando Jesus veio ao mundo para habitar ou fazer seu tabernáculo entre os homens (João 1:14), foi lhe dado o nome Emanuel, "Deus conosco" (Mateus 1:23). No final da sua missão terrestre, ele foi preparar um lugar para nós na presença de Deus (João 14:1-4). Ele prometeu fazer morada naqueles que o amam (João 14:23).

A missão começa em casa

Uma vez que Deus chamou a atenção de Gideão, ele lhe deu a sua primeira missão: destruir os ídolos do próprio pai e fazer um altar ao Senhor no mesmo lugar (Juízes 6:25-26). Gideão levou dez homens consigo e cumpriu o mandamento do Senhor na mesma noite. Os vizinhos ficaram irados, mas o pai de Gideão entendeu o significado de seu ato e o defendeu. Um "deus" que não consegue se defender contra um punhado de homens não merece defesa pelos homens. Parece que Joás, pai de Gideão, foi o segundo convertido nessa história.

A nossa missão, como a de Gideão, começa em casa. Tanto no Velho como no Novo Testamento, Deus destaca as nossas responsabilidades em relação à própria família. Filhos devem obedecer e honrar aos pais (Efésios 6:1-3). Maridos e esposas devem amar um ao outro (Efésios 5:25; 1 Pedro 3:7; Tito 2:4-5). Pais devem instruir os filhos, criando-os na disciplina e admoestação do Senhor (Deuteronômio 6:6-7; Efésios 6:4). Um dos alvos de cada servo de Deus é de influenciar sua família para servir ao Senhor (Josué 24:15).

Deus dá a vitória

Chegou o dia da grande batalha (Juízes 7). Gideão conduziu seu exército de 32.000 israelitas para o campo de conflito contra 135.000 midianitas. Sua desvantagem militar era de 4 contra 1! Deus não deixou Gideão entrar na batalha com este número de soldados. Em duas etapas, ele diminuiu a força militar de Israel. Primeiro, 22.000 voltaram para casa, e os midianitas ficaram com uma vantagem de 13,5 contra 1. Na segunda etapa, Deus mandou embora mais 9.700 israelitas, deixando Gideão com apenas 300 soldados. Para vencer o inimigo, cada soldado israelita teria que vencer 450 do inimigo!

Deus, na sua perfeita sabedoria, tinha um propósito bem definido nesta redução das forças militares de Israel. Ele mandou seu exército à batalha com uma desvantagem tão grande que ninguém poderia dizer: "A minha própria mão me livrou" (Juízes 7:2). Usando uma estratégia que não fez nenhum sentido, em termos militares, a pequena banda de israelitas venceu o exército dos midianitas.

Até hoje, muitas pessoas não aprenderam esta lição. Confiam em números, achando que grandes multidões são evidência da aprovação de Deus. Dependem de estratégias e táticas humanas e carnais para alcançar alvos de crescimento de igrejas. E, no fim, se gabam em seus relatórios, destacando os grandes feitos de homens. Muitos missionários e outros líderes religiosos, como os midianitas, confiam nos grandes números e nas táticas humanas (igrejas promovendo atividades não espirituais para aumentar sua freqüência, ensinando mensagens diluídas que parecem mais relevantes aos seus ouvintes carnais do que a mensagem da cruz, destacando edifícios impressionantes para atrair pessoas que não aceitariam a chamada simples de um Salvador humilde, etc.)

Mas, os verdadeiros servos de Deus não desviarão para tais caminhos errados. "Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem, faz da carne mortal o seu braço e aparta o seu coração do SENHOR!" (Jeremias 17:5). "Mas longe esteja de mim gloriar-me, senão na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pelo qual o mundo está crucificado para mim, e eu, para o mundo" (Gálatas 6:14). "Se Deus é por nós, quem será contra nós?" (Romanos 8:31).

Rejeição daqueles que ficaram em cima do muro

Gideão e sua banda de homens cansados perseguiram os midianitas (leia Juízes 8:1-21). Quando os soldados israelitas passaram nas cidades de Sucote e Penuel, eles pediram pão. Os homens dessas cidades não mostraram coragem para tomar uma atitude durante a batalha. Com medo de ofender os reis dos midianitas, eles recusaram ficar em pé com os homens de Deus. Só depois da batalha, quando baixar a poeira, apoiariam os servos do Senhor.

A decisão desses homens mostrou uma preocupação política ao invés de convicção espiritual. Pensaram mais na influência de homens importantes do que na palavra do Senhor. Gideão não aceitou tal postura. Ele voltou às mesmas cidades e castigou os covardes que recusaram apoiar os servos do Senhor na hora da batalha.

Gerações antes, Josué chamou o povo para tomar uma decisão para Deus e contra os falsos deuses (Josué 24:14-16). Séculos depois, Elias desafiou o povo indeciso com estas palavras: "Até quando coxeareis entre dois pensamentos? Se o Senhor é Deus, segui-o; se é Baal, segui-o. Porém, o povo nada lhe respondeu" (1 Reis 18:21).

Hoje, muitas pessoas religiosas que alegam ser discípulos de Cristo demonstram a mesma covardia. Definem suas posições doutrinárias e práticas pelo vento de opiniões. Entendem mais de IBOPE do que de fé, mais de tradição do que de verdade, e mais de partidos do que de convicções. Paulo mostrou que o cristão deve sempre definir a sua posição pela palavra de Deus, e não pela opinião da maioria: "Porventura, procuro eu, agora, o favor dos homens ou o de Deus? Ou procuro agradar a homens? Se agradasse ainda a homens, não seria servo de Cristo" (Gálatas 1:10).

Bons homens tropeçam

Apesar de sua ilustre carreira militar, Gideão não era perfeito. O povo lhe agradeceu com um presente: argolas de ouro do despojo da batalha. Gideão usou o ouro para fazer uma estola sacerdotal que ele colocou na cidade dele. Não sabemos a intenção dele, mas os resultados são evidentes. O povo usou aquela estola como um tipo de ídolo, e logo iniciou o próximo ciclo de apostasia. Leia o relato em Juízes 8:22-35.

Devemos aprender desse erro. Às vezes, bons homens nos ajudam a sair da confusão religiosa, como Gideão ajudou os israelitas a saírem da idolatria. Esses homens podem nos ajudar em muitos sentidos, mostrando como respeitar a palavra de Deus em tudo que fazemos. Mas, eles ainda são homens. Da mesma forma que Gideão tomou o primeiro passo de volta à idolatria, bons homens hoje podem tropeçar e conduzir outros, de volta, à confusão religiosa. É uma ironia triste que, ao longo da História, muitos movimentos religiosos que começaram com tentativas de sair dos sistemas errados de denominações humanas resultaram na criação de novas denominações, com suas próprias tradições e falhas humanas. O fato que alguém nos ajudou no passado não garante que sempre nos conduzirá no caminho de Deus. Paulo mostrou que bons exemplos ajudam somente quando seguem a Cristo (1 Coríntios 11:1), e disse: "Julgai todas as coisas, retende o que é bom; abstende-vos de toda forma de mal" (1 Tessalonicenses 5:21-22).

Conclusão: a grandeza de Gideão


Gideão será lembrado eternamente como exemplo de fé (veja Hebreus 11:32). A grandeza desse homem não se encontra na sua força física, nem na sua inteligência, nem na sua auto-confiança. A Bíblia não comenta sobre sua aparência física nem sobre seu jeito de falar. Gideão se destacou na História, não por ser um grande homem, mas por ter um grande Deus. Deus é capaz de transformar os fracos, os tímidos e os abatidos para dar grandes vitórias ao seu povo. Como Gideão disse: "O Senhor vos dominará" (Juízes 8:23).

by:mangasafra

sábado, 2 de março de 2013

José do Egito: a história de superação do escravo que se tornou governador

Oi gente!
Quero trazer para nós nesse devocional uma das histórias mais lindas da Bíblia. A história de José do  Egito!
Tenho essa história para mim como um relato tão marcante que me identifico muito com ela e sei que você também irá ser impactado por ela.
Confira...

A história de José do Egito é um dos relatos bíblicos de fé, fidelidade e superação mais marcantes, e é contada nas igrejas em ministrações, escolas bíblicas ou em atividades infantis, como um verdadeiro milagre.
O relato que encontra-se no livro de Gênesis já foi tema de filmes e inspirou palestrantes motivacionais que falam sobre carreira profissional. Informações de especialistas em programação de emissoras de televisão asseguram que após o sucesso de “Rei Davi”, a próxima minissérie bíblica a ser produzida pela TV Record terá como tema a história do escravo que se tornou governador.
Confira abaixo um resumo da história do homem conhecido como “José do Egito”, que foi vendido pelos irmãos como escravo, foi preso injustamente e através de um dom, alcançou o cargo de administrador de uma nação.

A origem

José era o 11º filho de Jacó, mas se tornou o seu preferido por ser o primeiro filho dele com Raquel. O amor de Jacó por Raquel era tão grande, que ele trabalhou de graça para Labão, o pai dela, que o trapaceou. Quando Jacó conheceu Raquel, que era sua prima, pediu sua mão em casamento, mas Labão exigiu que ele trabalhasse por sete anos sem salários, antes que pudesse se casar. Na noite do casamento, Labão entregou sua filha Léia, e disse que se Jacó quisesse Raquel, teria que trabalhar por mais sete anos, tarefa que foi cumprida por Jacó.

Os sonhos

Com dedicação, José conquistava seu pai, porém, tanto destaque despertou a antipatia de seus irmãos, que se incomodavam com a atenção que ele recebia. Após ter sonhado que estava no campo amarrando feixes e os feixes amarrados por seus irmãos se curvavam perante seu o dele, José incomodou novamente a seus irmãos. Em outro sonho, José contou aos familiares que o sol, a lua e as estrelas se curvavam diante dele, o que irritou não somente a seus irmãos, mas também a seu pai, pois os sonhos de José transmitiam uma mensagem de que ele seria o mais importante na família, algo inadmissível para um caçula à época.

A rivalidade

Incomodados, os irmãos de José passaram a chamá-lo de sonhador e tramaram sua morte, mas desistiram, e resolveram vendê-lo a um mercador de escravos ismaelita, com quem cruzaram no caminho. Para Jacó, levaram a túnica de José manchada de sangue, e falaram que ele havia sido morto por um animal. Triste pelo acontecimento, Jacó lamentou profundamente a perda de seu filho.

A cilada

No Egito, foi vendido para Potifar, que era oficial e capitão da guarda do rei. Novamente, com esforço e dedicação, tornou-se administrador da casa e dos demais escravos de Potifar e aprendeu o idioma egípcio. Porém, a esposa de Potifar desejou seduzi-lo, mas diante da recusa de José, ela passou a acusá-lo de tentativa de abuso, o que fez com que José fosse preso.

A prisão

Enquanto esteve preso, José se relacionava com os demais presos, e fez fama de intérprete de sonhos, ao mostrar o significado dos sonhos de dois prisioneiros: o copeiro-chefe e o padeiro chefe do palácio real, que estavam presos sob acusação de conspiração contra o rei.
Em determinado momento da história, o Faraó teve um sonho em que sete vacas magras comiam sete vacas gordas e permaneciam magras. Incomodado com o sonho, o Faraó convocou todos os sacerdotes do Egito, porém nenhum deles soube interpretar seu sonho. O copeiro-chefe do palácio real, que havia sido perdoado pelo Faraó, lembrou-se das interpretações de José a respeito dos sonhos, e falou sobre o prisioneiro, que foi chamado e disse que o sonho significava um período de fartura de sete anos, seguido de um período de seca igualmente de sete anos, pelo qual o Egito passaria.

O Governador

O Faraó, satisfeito com a interpretação de José, dá a ele um anel de seu dedo e o nomeia Governador do Egito. Com a amizade construída com os demais prisioneiros durante o período em que esteve na cadeia, José aprendeu bastante sobre a política do país, e sabia da divisão existente no Egito, que era separado como baixo Egito e alto Egito, tendo dois governantes.
José ordena a construção de celeiros para armazenar os alimentos produzidos nos sete anos de fartura, e nos sete anos seguintes de seca, José passa a vender os alimentos a valores altíssimos para o alto Egito, conquistando assim, riquezas suficientes para comprar quase que a totalidade do território do alto Egito, e entregar a seu Faraó, um território muito maior ao final dos catorze anos.

O reencontro com a família

Durante a seca, que atingia toda a região, Jacó envia seus filhos para comprar mantimento no Egito. Ao chegarem ao Egito, encontram-se com José, mas não o reconhecem, porém José os reconhece, os trata friamente, e especulando sobre suas origens, os acusa de serem espiões. Quando José tem certeza de que são seus irmãos, os mantém presos por três dias, liberando-os para levar comida a seus familiares sob a condição de que um deles permanecesse no Egito, enquanto os demais traziam o irmão mais novo como prova de que não eram espiões.
José porém, mandou entregar os mantimentos comprados por seus irmãos e sem que eles soubessem, mandou também colocar o dinheiro deles de volta em seus pertences. Ao relatarem tudo que havia acontecido a seu pai, temeram, e após muita discussão entre eles, resolveram voltar com Benjamin, o filho mais novo.
Ao chegarem ao Egito, encontraram José e se curvaram a ele, que os questionou sobre a saúde de seu pai. José então, tomado pela emoção ao ver Benjamin, filho de sua mãe, se escondeu para chorar. Depois, durante uma farta refeição, se alegraram.
José porém, mandou plantar novamente dinheiro e bens nos pertences de seus irmãos, e quando eles tinham saído, mandou guardas atrás deles, questionando-os por que pagavam bem com mal. Ao serem levados à presença de José, ele se revelou, dizendo ser ele o irmão que havia sido vendido como escravo. A seus irmãos, disse também que o fato de eles o terem vendido era plano de Deus, e pediu que avisassem a seu pai que ele estava vivo e bem sucedido, e queria vê-lo.
Ao saber sobre José, seu pai ofereceu sacrifícios a Deus e foi ao Egito encontrá-lo. Ao se reencontrarem, José chorou abraçado a seu pai, que sentia-se realizado por ter reencontrado se filho.  Após o reencontro, José deu à sua família uma propriedade em uma das melhores localizações do Egito e lá trabalharam e viveram.
 
by:mangasafra